Colocado em 27. Fevereiro 2019 In Schoenstatteanos

Faleceu o Pe. Michael Johannes Marmann

Redacção •

Acabámos de saber do falecimento do Pe. Michael Johannes Marmann (81). Conhecemo-lo como Padre de Schoenstatt, com o seu compromisso como Director do Movimento de Schoenstatt na Alemanha em tempos da Aliança de Amor pelo nosso povo, na celebração do centenário do nascimento do Padre Kentenich. Foi testemunha da reunificação da Alemanha (“Deus está a agir na nossa história”), foi Superior Geral do Instituto dos Padres de Schoenstatt e foi Presidente da Presidência Internacional. Finalmente, trabalhou como Reitor do Santuário Original quando, ao fim de tantos anos de oração, sacrifício e negociações e “quase sem acreditar mais” aconteceu a sua entrega a Schoenstatt, quase tão inesperada e milagrosamente como a queda do Muro de Berlim duas décadas antes.—

 

O Pe. Juan Pablo Catoggio, Superior Geral dos Padres de Schoenstatt, escreveu sobre ele: “Deus deu-te – como diz o Papa Francisco de si mesmo – “santa inconsciência” mas, também uma força de confiança”.

Na publicação comemorativa que, ele ofereceu à equipa de schoenstatt.org, em Setembro de 2017, está escrita à mão a seguinte dedicatória:

 “Unidos no esforço pela abertura de Schoenstatt ao mundo de hoje”.

Em gratidão pela sua vida pedimos-lhe que continue com este esforço, para todo o Schoenstatt.

Original: espanhol (27/2/2019). Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

Pela abertura de Schoenstatt ao mundo de hoje: 80º aniversário natalício do Padre Dr. Michael Joh. Marmann

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2 Responses

  1. Obrigada aos colaboradores/ tradutores etc

    • Em meu nome pessoal e no das dezenas de voluntários colaboradores de vários continentes e de inúmeros paises da página schoenstatt.org agradeço a delicadeza da sua lembrança. Mais não fazemos do que, com o nosso grãozinho de areia, contribuir para a maior glória de Deus e da nossa Mater ajudando a divulgar a pessoa e a mensagem do nosso Fundador e, assim, levar mais longe o nosso Movimento de Schoenstatt em saída para as periferias existênciais, como nos pede o Papa Francisco.

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