Colocado em 2016-08-14 In Schoenstatteanos, schoenstattianos em rede

“As traduções foram sua alegria diária”: Maria Tedeschi

Por Maria Fischer •

“Querida Maria, perdoe-me, mas devo deixar de traduzir por um tempo, por prescrição médica. Queria te avisar para que se organize com outra pessoa. Finalmente, não faço ‘Dietro i passi di Padre Kentenich…’ (Pelas pegadas do Padre Kentenich). Sinto muito, mas por enquanto é impossível…

Um grande abraço, Maria”.

É o último e-mail que recebi de Maria Tedeschi no dia 5 de julho. Esta grande aliada, lutadora, colaboradora incondicional e amiga fiel, que não só traduziu para schoenstatt.org, mas que viveu schoenstatt.org como uma grande missão ao serviço da família. Seu trabalho para a página era sua alegria diária. No dia 4 de agosto às 12:30 hrs, rodeada por sua família e rezando o terço em italiano – sua querida língua mãe – voltou à Casa do Pai, de mãos dadas com sua querida “Madonnina”. Dia 11 de maio tinha completado 91 anos.

Seu último e-mail fala de como era Maria Tedeschi: sua responsabilidade, seu carinho, sua inquietude de que sua querida página schoenstatt.org em italiano não sofresse algum dano por sua ausência. Na sua escrita, nota-se sua tristeza de ter que deixar “por um tempo” o que foi a missão e alegria de sua vida nestes últimos 12 anos: suas traduções.

Uma mulher de um compromisso fiel e alegre

maria-tedeschi-2Já tinha deixado sua tarefa no ano passado, devido à uma doença que lhe comprometia muito sua coordenação sensório motora. Quando a visitei em abril de 2015, com Claudia Echenique e Cecilia Mata da equipe de schoenstatt.org, contou-nos que era um pouco difícil levantar os dicionários para realizar sua tarefa, e que se sentia realmente muito mal por não poder contribuir com seu ritmo habitual de seis, sete artigos por semana! Para melhorar cada dia, esteve exercitando seus dedos no teclado traduzindo um livro, para voltar no ritmo logo. Antes de nos despedir, comprometeu-se em traduzir “nem que seja um artigo por semana”. Voltou a fazer na semana seguinte com a alegria de uma criança, e em vez de “um artigo por semana” como tinha lhe pedido, enviava dois ou três. No dia 2 de março deste ano, outra vez renunciava por causa das fortes dores por estar sentada em frente ao computador… e veio uma grande surpresa, dia 4 de março recebi uma nova tradução.

Mas no dia 5 de julho foi sério. Sua filha Ângela me contava no dia 1 de agosto, quando soube que seu estado era muito delicado:

 “Prezada Maria: mamãe está de cama há uma semana, depois de uma queda e infecção dos hematomas. Está muito fraca, mas está consciente. Não está conseguindo falar. Hoje, chega meu irmão Ludovico. Sempre leio as orações à Mãe para ela e segue abrindo os olhos a cada pouco. Reze por ela em suas orações”.

Um dia depois, ao saber da corrente de orações que surgiu de tantos países quando os colaboradores de schoenstatt.org receberam a notícia, Ângela escreveu:

“Obrigada Maria pelo carinho e as orações. Nestes dias conversamos muito sobre sua atividade e a dedicação que você tem. Desde quando ela renunciou as traduções, começou este caminho de entrega; era sua alegria diária e sentia-se útil para o Movimento. A oração a fortalece, está serena. Já não consegue comunicar com palavras, mas compreende tudo o que falamos.

Com carinho, Ângela”.

Não precisa mais nenhuma palavra para mostrar o que schoenstatt.org significava para Maria, e o que Maria significava para schoenstatt.org. Ela foi e continua sendo para todos nós, um exemplo de compromisso com a missão de schoenstatt.org (não se trata da quantidade do que fez, mas sim, sua atitude incondicionalmente fiel e seu entusiasmo). Viveu um compromisso que nunca abandonava, nem nos momentos da doença, nem em tempos em que pertencer a schoenstatt.org significava ser atacado e questionado, nem em momentos de muito trabalho, nem quando houveram críticas por não ter ninguém que tomasse um tempo para revisar as traduções dela (sabia que seu italiano estava um pouco enferrujado, desatualizado, depois de tantos anos fora de seu país). Sua preocupação maior sempre foi que, no momento em que ela não pudesse seguir mais, teríamos que abandonar a página em italiano. Tantas vezes me pediu para buscar tradutores… Ainda não consegui, apesar de ter tentado de tudo.

“Você acha que não consigo copiar diretamente da página?”

Cinco histórias reais que mostram quem era Maria Tedeschi:

  1. Foi em 2004 e tratava-se da primeira tradução que ela iria fazer para schoenstatt.org. Como Maria já tinha quase 80 anos, falei que iria copiar o texto da página e enviá-lo no formato Word. Escrevi para ela esta proposta, naquele momento com o meu espanhol deficiente, com um respeito enorme por ela e ao mesmo tempo, com um pouco de preocupação com outra analfabeta técnica… a resposta foi clara e para sempre: “você acha que não consigo copiar diretamente da página? ”. Adiantando-se a minha segunda pergunta me deixou claro: “Maria, você tem tanto trabalho, não pense que terá que me avisar qual dos artigos tenho que traduzir. Eu os procuro e se não posso fazer tudo, eu mesma decido segundo o critério daquele que mais serve para meus compatriotas do Movimento na Itália”. Assim fez durante os 12 anos. Seu critério sempre foi excelente. Anos mais tarde, quando conversamos em uma de nossas muitas e sempre inspiradoras, longas e alegres conversas via Skype, ela me contava: “desde o primeiro momento, quis deixar claro três coisas: não preciso de babá, não quero dar trabalho e sim servir, e quem quer trabalhar para uma página na internet, deve entender de internet”.
  2. No começo, ela insistiu muito na correção de suas traduções, sabendo que seu italiano era um pouco “velho”. Pedimos para dois italianos, muito dispostos a colaborar…. Um dia, em 2005, ao ver que tinham mais de 15 artigos traduzidos, ainda sem correção, nós duas perdemos a paciência, quase ao mesmo tempo. Além da decisão “aliada” de publicar sem correção desde este momento, foi um encontro alegre e divertido entre duas pessoas com o mesmo temperamento forte e com a mesma falta de paciência… o que foi o início de uma amizade profunda e sincera.
  3. Um dia, acho que foi em 2012 ou 2013, diante da constante busca de tradutores para o italiano que um dia poderiam assumir a tarefa de Maria, ela encontrou uma italiana que morava em sua cidade, La Plata, disposta e capaz para fazê-lo. Algumas semanas depois, Maria me chamou com urgência. Pediu mil desculpas pelo seu erro em recomendar esta pessoa, pois “ela não é capaz de servir desinteressadamente, e nunca vai entender o espírito de schoenstatt.org. Maria, por favor, deixe de lhe pedir tarefas, pois uma atitude que falta vontade de servir faz mal ao nosso schoenstatt.org”. Não só neste caso sua intuição foi 100% correta, mas também em nossa última conversa, dia 31 de maio, ela me parabenizou por ter entendido “finalmente” que sua intuição sobre outra (ex) colaboradora foi correta e a saída desta pessoa, uma bênção…
  4. Conhecia vários de seus netos e bisnetos por e-mail e Skype, pois diante de qualquer problema com seu computador, ou com a conexão da Internet, pedia sempre para que algum deles me avisassem, para saber que haveria uma certa demora. Uma vez um de seus bisnetos me comentou: “Antes de abrir a sua mala em Bariloche, onde viajamos nas férias, ela perguntou sobre a conexão e tive que arrumar, pois não poderiam faltar as traduções…”. O segredo por trás de tanta disposição: o enorme carinho por ela e … “spaghetti della nonna”.
  5. Em um 12 de setembro, festa do Santíssimo Nome de Maria, parabenizei-a pelo dia de seu santo. Ela, emocionada e feliz, respondeu-me: “Ninguém nunca me parabeniza neste dia. Não são muitos os que celebram esta data, pois são poucos os que se chamam somente Maria… Celebram em outra festa, do Rosário, Mercedes… Ou celebram dia 8 de dezembro ou 8 de setembro… Como você sabia que eu celebro hoje? ”. Confessei-lhe que era também o dia de meu santo. Desde então, nós duas nos parabenizávamos cada 12 de setembro e desfrutávamos como um lindo segredo compartilhado.

Assim lembramos dela…

Maria Tedeschi

Com certeza está rezando em italiano no céu, com este olhar pícaro, simpático e brilhante. Acabo de chegar da Missa rezada por seu filho, o Pe. Ludovico, no Santuário de La Liberación, de La Plata, para seus familiares e um grupo de amigos schoenstattianos. Maria partiu rezando em italiano. Até ontem esteve consciente e pôde escutar Missa em italiano, seguindo com as sobrancelhas. Já hoje de manhã não estava consciente. Partiu para a Casa do Senhor às 12:30 hrs enquanto o Pe. Ludovico lhe rezava o terço em italiano. O Padre contou hoje na missa, que rezava dois terços diários: um pela família e outro pelo Pe. Ludovico. Eu tive o prazer de conhecê-la há mais de 50 anos (fui colega no colégio de um de seus filhos), e dou fé de sua grandeza como pessoa (apesar de ser pequena fisicamente), era a fortaleza da família, sempre estava atenta às necessidades de seus entes queridos e dos que a cuidavam.

Colaborou durante muitos anos lavando e passando as toalhas de mesa e panos do Santuário e como já sabemos, traduzia para o italiano a página de schoenstatt.org. Amanhã, sexta-feira dia 5, haverá uma Missa de corpo presente na Paróquia San José em La Plata. Como disse o Pe. Ludovico, sua mãe teve uma linda morte e em paz.

Carlos Ricciardi, La Plata, Argentina

Estamos unidos em oração desde Roma. Maria Tedeschi é para nós, italianos, um modelo inesquecível de compromisso com Schoenstatt. Durante todos estes anos, traduziu muitos textos do Padre Kentenich, e estamos muito agradecidos por isso.

Pamela Fabiano, Roma, Itália

Há décadas a conheço, sempre uma grande dama, sempre servindo anônima e silenciosamente. Durante muitos anos, lavava e passava os pequenos ornamentos de uso diário do Santuário de La Plata. Tinha a chave do armário onde eram guardados, e discretamente levava a sacolinha com os que estavam usados e trazia novamente tudo impecavelmente limpo e passado. Ao se oferecer para esta tarefa tão importante, disse que ela não poderia se comprometer mais com Schoenstatt neste momento, pois tinha que acompanhar seu esposo em suas frequentes viagens a trabalho. Disse ainda que ela sabia como deveriam ser tratados estes “paninhos de Jesus”. Nem precisava dizer! Só de olhar, era notável sua nobreza, seu respeito pelo sagrado, a dignidade em toda sua pessoa.

Querida Maria! Quanto sentimos sua falta no Santuário de La Plata quando não pôde fazer mais esta tarefa. Muitas vezes lhe pediu a sua nora (também schoenstattiana comprometida) que a substituísse durante suas ausências…

Rezo por ela e com ela. Com certeza, as orações dela farão com que apareçam tradutores ao italiano…

Irmã M. Andrea, Tandil, Argentina

Foi para o céu uma santa, e lá fizeram uma festa para recebê-la de braços abertos: Deus Pai, Uno e Trino, sua Santíssima Mãe, todo o Dreamteam, o Padre Kentenich, os santos e as muitas pessoas que a amam e enriqueceram suas vidas graças a ela.

Kiki Tagle, Santiago, Chile

As portas do céu se abrem para receber “uma grande dama” (como disse Carlos Cantú). Obrigada, Senhor, pelo privilégio de tê-la conhecido ano passado! Nosso Dreamteam e nossa Família Internacional têm agora uma “grande aliada” junto do Pai.

Claudia Echenique, Buenos Aires, Argentina

Dou graças a Deus por uma vida plena e um espírito de serviço aos demais, a Schoenstatt, e nos últimos anos, ao schoenstatt.org. Ela foi o pilar da página em italiano. Um grande presente!

Realmente Maria está perto da Mãe e Jesus no céu, começando uma vida nova, eterna junto com Deus e os anjos. Obrigado, Deus, por nos ter presenteado Maria todos estes anos.

Sarah-Leah Pimentel, Cidade do Cabo, África do Sul

Sempre admirei sua disposição e entusiasmo mesmo com sua idade avançada. Falávamos dela com o Padre Ludovico sobre sua entrega ao schoenstatt.org. Que seja feira a vontade de Deus!

Silvia Losada, Tucumã, Argentina

Oferecerei a Missa por ela, em agradecimento pelo presente que foi também para os que não a conheceram, senão por suas obras.

Carmen Rogers, Santiago, Chile

É impressionante a fidelidade em todas as provações e, com certeza, a fidelidade de Maria Tedeschi a schoenstatt.org será recompensada no céu com grandes graças. Acompanho Maria e toda sua família com minha oração e capital de graças, e agradeço também seu imenso trabalho para nossa página. Com certeza ela ajudará para que chegue a pessoa certa para traduzir tantas coisas lindas que publicamos no schoenstatt.org.

Uniti a voi em Aliança Solidária, cara Maria!

Tita Andras, Viena, Áustria

Vou rezar por ela. Sinceramente, desde que a conheci por este meio e com as pequenas coisas que nos contava sobre ela, senti um profundo carinho e admiração.

Consola-me pensar que está rodeada por sua família e confortada à distância por nossas orações. Uma saudação carinhosa para ela e sua família, saibam que Maria ocupa um lugar especial em nosso coração.

Susana Stanley, Assunção, Paraguai

Foi embora uma frágil (agora) grande dama que colaborou muitíssimo com o mundo. E lá no céu deve estar tendo uma festa. Gratidão por tudo o que nos deixou.

Kikito Vázquez, Assunção, Paraguai

No ano passado, quando estava verificando alguns parágrafos de um artigo do espanhol ao italiano, notei que faltava um. Então, comentei com Maria Fischer e disse-me: pode escrever para Maria Tedeschi para pedir que mande; pode acontecer, Maria T. já tem 89 anos…”. Neste momento eu não li mais o que vinha depois. Fiquei paralisada. Não pode ser, devo ter lido errado. Revisei a frase… 89 anos. Escrevi para Maria T., não sabia como fazer, de forma alguma não queria “reclamar” nada! E aproveitei a ocasião: Gostaria de te conhecer, disse-lhe. Depois de se desculpar pelo esquecimento (o que nem precisava), disse-me: Mas vamos esperar que melhore um pouco o tempo.

Cecilia Mata, Buenos Aires, Argentina

Estes são alguns poucos testemunhos de todos os recebidos da equipe dos colaboradores de schoenstatt.org, que também desde Burundi, Inglaterra, Alemanha, Portugal, Espanha, expressaram seu agradecimento e sua profunda dor.

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Sonhada visita: Maria Fischer, Claudia Echenique, Maria Tedeschi, Cecila Mata, abril de 2015

Seus passos missionários

Durante o ano da corrente missionária, em preparação ao jubileu da Aliança de Amor (2012), Maria Tedeschi respondeu à pergunta sobre seus “passos missionários” neste ano:

“Neste ano da Corrente Missionária, com minhas traduções busco mostrar a meus compatriotas como e quanto se trabalha em Schoenstatt. Gostaria que os muitos artigos os entusiasmassem e aprendessem a amar “la nostra Madonnina” e a trabalhar por Ela. Não tenho outra forma de colaborar na minha idade. Em nosso Santuário de La Plata, as pessoas esperam em cada semana que eu leve ao Santuário os artigos em espanhol…”.

Mi Madonnina

Foto 1

Uma vez, somente uma vez em todos estes 12 anos de colaborar e caminhar juntas à serviço de schoenstatt.org, consegui convencê-la (ou melhor, persuadi-la) de escrever um artigo, um testemunho. Intitulou-o “Mi Madonnina”, que segue abaixo:

“Sou uma antiga missionária, que há 20 anos levo ‘minha Peregrina’, de família em família. Hoje quero contar como Maria me acompanha, e como esteve sempre junto comigo nas dificuldades para que eu não me sentisse sozinha.

Este ano, foi um tempo muito difícil para dois de meus filhos e eu chegava todo dia no Santuário para que la Madonnina os iluminasse e que me desse a força para suportar minha impotência diante de seus problemas.

Há dias, via uma imagem da Mãe Peregrina apoiada na estante diante do altar. Então, resolvi perguntar para a Irmã Andrea (naquele momento nossa assessora) de quem era esta imagem. Ela me olhou e respondeu: “não sei. Está aqui desde o dia que a abençoaram e ninguém tira ela daí’, ‘ posso fazer peregrinar? ’, perguntei, e ela me respondeu com entusiasmo que sim. Assim, levei-a apertada junto a meu coração. Desde este momento me acompanha e juntas percorremos dificuldades e alegrias.

Durante minha jornada, a cada momento falo com Ela, mesmo quando está visitando as famílias. Quem, se não Ela, saberia me escutar com tanto amor e paciência, quem saberia me responder no fundo do meu coração, acalmar meu temperamento explosivo, minha rebeldia diante de um mundo tão diferente da minha mentalidade? Quem, melhor que Ela, conseguiria me fazer calar, ensinando-me que só com o exemplo, a doçura e a compreensão se pode corrigir e mais: fazer com que os jovens reflitam, estando distante muitas vezes do verdadeiro valor da vida? Vida que Deus nos presenteia, não para ser desperdiçada, suja, mas sim, para viver buscando melhorar, para ser modelos com atos, não com palavras e análises inúteis; demonstrar que o amor ao próximo, começando por nossa família, é a missão que Deus nos pede.

Há vinte anos (1990) que caminhamos juntas. Há onze (1999) fiquei viúva, em uma viagem com meu esposo à nossa cidade natal, na Itália. Lá, desde o ano 1300 sobre uma colina está o maravilhoso Santuário da Virgem Maria. Cada vez que iniciávamos o regresso para “casa” corríamos lá para visitá-la. Era a Madonnina da infância, da adolescência, quando subia ao amanhecer três km a pé, rezando o terço completo para assistir a primeira Missa do dia e pedir ajuda nos tempos de provas ou agradecer por ter aprovado.

Também neste dia, de carro (já idosos) nos dirigíamos para saudá-la. Na metade do caminho, com um infarto fulminante nossa Madonnina o levou para junto dEla. Mas soube me abraçar na dor, deu-me muita força para caminhar sozinha sem o companheiro maravilhoso que Deus tinha escolhido para mim. Ensinou-me, então, a me dedicar ainda mais por minha família, meus filhos e netos. Foi assim que consegui seguir em frente, com momentos de tristeza, mas rodeada por um grande carinho e, por minha Madonnina, reencontrei a razão da vida, que parecia ter perdido com a morte repentina do meu esposo.

Às vezes queria falar em voz alta para as jovens que encontro no Santuário: amem Maria e escutem-na. Lembrem que Ela, como nós, sofreu tantas provações na vida, mas sempre seguiu adiante com a cabeça erguida e um sorriso, uma palavra certa e uma mão estendida para ajudar.

Obrigada, Madonnina!”

Obrigada, querida Maria!

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6 de agosto de 2016: foto de Maria Tedeschi no Santuário Original – Foto: Maria Fischer

 

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