Colocado em 11. Março 2016 In Francisco - Mensagem

Como se nos fosse dirigido: Francisco sobre…Pastores à espera do pecador

Francisco semana a semana (7) •

A citação desta semana tirámo-la da Homilia de Francisco na celebração do Sacramento da Reconciliação na primeira sexta-feira de Março (4 de Março de 2016).

Leiamos, escutemos esta semana a mensagem para todos os fiéis e, sobretudo para os Pastores como se nos fosse dirigida, um Movimento, não só, com um grande número de sacerdotes mas também, de apóstolos, de missionários, de pais e de mães de família, naturais e espirituais, um Movimento que se sabe chamado a experimentar e a partilhar a misericórdia do Pai.

Hoje mais do que nunca, sobretudo nós, pastores, somos chamados também a escutar o grito, talvez abafado, de quantos, desejam encontrar o Senhor. Somos obrigados a rever comportamentos que, às vezes, não ajudam os outros a aproximar-se de Jesus; horários e programas que não atendem às reais necessidades daqueles que poderiam aproximar-se do confessionário; regras humanas, quando valem mais do que o desejo de perdão; a nossa rigidez que poderia manter longe da ternura de Deus. Certamente, não devemos diminuir as exigências do Evangelho, mas não podemos correr o risco de frustrar o desejo que tem o pecador de reconciliar-se com o Pai, porque o regresso do filho a casa é o que acima de tudo anseia o Pai (cf. Lc 15, 20-32).

Que as nossas palavras sejam as dos discípulos que, repetindo as próprias expressões de Jesus, dizem a Bartimeu: «Coragem, levanta-te que Ele chama-te» (v. 49). Somos enviados para dar coragem, amparar e levar a Jesus. O nosso ministério é o ministério do acompanhamento, de modo que o encontro com o Senhor seja pessoal, íntimo, e o coração possa, com sinceridade e sem medo, abrir-se ao Salvador. Não esqueçamos jamais: o único que age em cada pessoa é Deus. No Evangelho, é Ele que pára e pergunta pelo cego; é Ele que ordena que Lho tragam; é Ele que o escuta e cura. Nós, pastores, fomos escolhidos para suscitar o desejo da conversão, ser instrumentos que facilitam o encontro, estender a mão e absolver, tornando visível e operante a sua misericórdia. Possa todo o homem e mulher que se abeire do confessionário encontrar um pai, encontrar um pai que o espera, encontrar o Pai que perdoa. Texto completo

como dicho a nosotros

Contemplaremos esta mensagem, segundo o que conhecemos do Pe. Kentenich:

  • O que me diz, Francisco a mim, nos diz a nós?
  • O que digo a mim próprio (a) em resposta?
  • O que respondo a Francisco, em Aliança Solidária, como resposta?

Convidamos-vos a fazê-lo, pois estamos convencidos que Deus nos fala através de Francisco.

Convidamos-vos a entrarem em diálogo com Francisco, diálogo que cria encontro que, é cultura de Aliança.

Convidamos-vos e abrimos o espaço para entrarem em diálogo, deixando as vossas respostas como comentário ao fundo deste artigo… e respondendo aos que escreveram os seus pensamentos.

 

Coordenação da tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

 

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