Colocado em 2017-09-06 In Vida em Aliança

Campus Belmonte 2017 – De novo, férias construindo Belmonte

ROMA BELMONTE, Pe. Armin Noppenberger •

Roma-Belmonte, em meados de agosto, 16 jovens e adolescentes, mais a Carmen (a cozinheira) e Jürgen Reinle (Capo – Chefe de obras) das regiões Oberschwaben e Baden, ao sul da Alemanha, fizeram novamente um serviço de construção no Centro Internacional de Schoenstatt em Roma – Belmonte, desde o dia 13 até 20 de agosto de 2017. A equipa renovou-se, parcialmente, através do boca a boca, outros eram fãs de Belmonte que já tinham participado outras vezes. A Comissão de Belmonte e o arquiteto, Sr. Pörsch, tinham designado três tarefas para os jovens trabalhadores:

  1. Limpar os „intercapedine“ (espaços semi-cobertos) da zona A1 da Domus Pater Kentenich, dar novamente a primeira camada e duas camadas de proteção contra a intempérie.
  2. Pintar de branco quartzo, a parte interior do muro do terreno, desde a porta de acesso situada abaixo, até ao final da Via Boccea.
  3. Trabalhos vários de cuidado, cortar a relva e limpar o jardim de Belmonte (Equipa verde).

Foram muito diligentes no trabalho: Elias B, Valentin F, Johannes S, Carmen Reinle, Jürgen Reinle, Magdalena R, Simon B, Matthias B, Ferdinand F, Clemens G, Antonia H, Anna Maria H, Leoni L, Caroline Viktoria P, Lilly R, Martin G, Johannes S, Dennis S, P. Armin Noppenberger. E na cozinha, com coração: Carmen Reinle e a sua dinâmica equipa.

“Intercapedine“?

Intercapedine? São os espaços semi-cobertos entre a parede exterior da cave e o muro de betão armado, ou seja, um corredor, que rodeia a casa ao nível da cave. O arquiteto Pörsch tinha dado previamente umas indicações simples e detalhadas, acerca da aplicação da pintura. Jürgen Reinle preparou antes a distribuição do trabalho, para que na segunda-feira, 14 de agosto, se pudesse começar em Belmonte. Apesar dos dias quentes, o trabalho era agradável à sombra dos “intercapedines”.

Verde

O trabalho no exterior deixámo-lo principalmente para as primeiras horas da manhã, a partir das 6h ou para a última hora da tarde, porque a essas horas o sol e a temperatura eram mais suportáveis, mais de 38ºC. As superfícies com relva, no terreno de Belmonte, em redor do santuário estão frescas também em agosto, porque se regam toda a noite com uma cisterna, que recolhe água durante o dia, e mediante um eficaz sistema de rega, distribui-se, estimulando o crescimento. Se pensarmos na falta de água de que padece Itália neste verão de 2017, pode-se considerar um grande presente.

2 x Mar = muito mais

Ir ao mar é normal no Campus Belmonte, sobretudo no verão. Alguns desfrutaram do mar em Marina de San Nicola no dia da festividade da Assunção de Maria ao Céu – que começámos na véspera, com a vigília -; outros, participantes principiantes, visitaram a cidade eterna comValentín, estudante de Teologia e Historia, poliglota e conhecedor do lugar e do compromisso de construção. A segunda vez foi em 17 de agosto. A razão: tínhamos avançado muito o nosso trabalho e estava muito calor de manhã. Nestas condições, Capo Jürgen, propôs uma mudança de planos: “mar”, depois da sesta. Levámos uma merenda e água mineral e fomos à praia. Voltámos depois de um belo entardecer.

 Comida, alegria, comunidade e oração

Houve boa comida e bebida e em abundância, ao estilo italiano – graças ao dinamismo da equipa da cozinha de Carmen Reinle. Todos participaram pela boa comunidade, que se gera sempre com o compromisso de construção. Para isso contribuem Belmonte e o seu reitor Padre Marcelo Cervi, que, com alegria e coração, mantém abertas, para os jovens, as portas e as salas de Belmonte. Assim o entendeu a gente jovem na sua homilia, durante a renovação da Aliança, no dia 18 de agosto, no santuário. Muitos cristãos da região assistiram também à celebração, ao entardecer, assim como ao  “incontro” (encontro) com um gigantesco buffet de pizzas e vinho artesanal da zona. Também existiu o fator diversão: durante o trabalho; durante a sesta; à noite, com um vinho ou uma cerveja; durante um passeio noturno por Roma; no mar ou durante a apresentação da visão de Belmonte pelo Pe. Armin, todos querem voltar a Belmonte.

Existe a confiança de que o compromisso das gerações jovens seja um contributo efetivo para fazer com  que Belmonte seja um lugar exemplar para a “Igreja das novas praias” audaz no risco.

Por isso, obrigado a todos os participantes pelo seu trabalho, motivação e união na Aliança; obrigado a Jürgen Reinle, a Carmen Reinle como cozinheira; a Lily, Denis, Ferdinand e Valentin pela sua colaboração nas reuniões da equipa, pelo bom desenvolvimento da ação e o ambiente vivaz do grupo. Obrigado à administradora de Belmonte, Elena Buosi, pela simplicidade nos contactos prévios; e ao reitor, Padre Marcelo Cervi, pela sua confiança e sinceridade.

Para agradecer à Santíssima Virgem, Rainha de Belmonte, fizemos, no final, uma paragem no santuário, para rezar, cantar e receber a bênção.

 

Original: alemão, 28.8.2017. Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

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