Colocado em 2016-10-26 In Vida em Aliança

Com Schoenstatt, contribuir para a renovação da Igreja

ALEMANHA, Irmã Cordula-Maria Leidig •

No sábado 8 de Outubro realizou-se na Casa Padre Kentenich em Wiesbaden o primeiro “Dia de Belmonte”.

No último encontro do Conselho Diocesano da Família, formou-se um primeiro “Grupo de trabalho Belmonte” que se reúne, aproximadamente, em cada dia 8 do mês (por causa da primeira colocação da Pedra Simbólica em 8 de Dezembro de 1965 e da Bênção do Santuário em 8 de Setembro de 2004, o dia 8 é para este grupo um “Dia Belmonte”).

O encontro começou com um momento de Adoração Eucarística: escutar o Senhor, amá-l’O, sabermo-nos amados por Ele. A seguir, falou-se acerca do modo como nós, como Família Diocesana, poderíamos tornar realidade, no nosso meio, a ideia de uma Igreja renovada, ideia que o Padre Kentenich desenvolveu depois do Concílio. O contexto de Belmonte: Segundo o nosso Pai-Fundador, a missão do Santuário de Roma é levar a ideia de Schoenstatt a toda a Igreja. É, por isso, que nos importamos muito que se acabe a construção em Belmonte.

A “Cruz da consagração de Engling” e a missão de Belmonte

Connosco estava a “Cruz da consagração de Engling”, aquela Cruz que, 14 sacerdotes ex-pallotinos e que estavam muito vinculados a Schoenstatt, mandaram fazer na ourivesaria dos Irmãos de Maria no tempo do exílio do Padre Kentenich, como expressão da sua fidelidade ao Fundador. A consagração de Engling significava para eles, imitar José Engling na sua fidelidade e entrega. O Pe. Seidemann que trabalhou durante muito tempo com a Família de Schoenstatt de Wiesbaden, conheceu esta Cruz em Milwaukee. Mandou fazer uma cópia que foi herdada pela nossa Família Diocesana depois da sua morte.

A Cruz está cheia de simbolismos:

Cristo não está pendurado dos cravos, parece que Se eleva dos cravos, como um vitorioso numa competição, dando tudo de si para ganhar. Por este motivo, o Seu olhar está fixo no Olho do Pai que está sobre Ele. A cruz tem as raízes no globo terrestre. À volta desta imagem da Terra, está uma coroa de Santuários e o Santuário Original representado por um Santuário maior. Por baixo dos Santuários, os que representam a Família de Schoenstatt mundial, estão 14 cruzes, simbolizando os 14 Padres que mandaram fazer esta Cruz: cada cruz representa a Consagração de Engling, de cada um dos Padres. Sob o símbolo do mundo há uma serpente negra, símbolo do diabo. Cristo vence-o na Cruz. Sobre o globo terrestre, está a Basílica de S. Pedro, símbolo da Igreja renovada, para a qual Schoenstatt quer contribuir em todo o mundo.

A cruz original foi um presente que o Pe. Kentenich recebeu, como consolo e como símbolo de fidelidade no tempo do exílio.

A cópia desta Cruz peregrina pela Família de Schoenstatt da Diocese de Limburgo. Visita especialmente quem experimenta uma situação difícil, para que, possam encontrar a força para unir, os seus sofrimentos e as suas lutas, a Cristo para a renovação da Igreja.

Durante este encontro, demo-nos conta que esta cruz tem muito a ver com o nosso Dia-Belmonte: em Roma Belmonte está concentrado o encargo, para Schoenstatt, de contribuir para a renovação da Igreja. Com as nossas cruzes, a nossa contribuição ao Capital de Graças, unimo-nos à Cruz de Cristo nesta intenção. Belmonte em si próprio é uma expressão de lealdade ao Padre Kentenich, uma expressão de fidelidade ao Pai.

Levar Schoenstatt aonde nos movemos e colaborar para terminar a construção em Belmonte

Coligiram-se os seguintes impulsos:

1)Levar Schoenstatt aonde nos movemos

  • Como schoenstatteanos queremos mostrar a nossa presença nas nossas Paróquias, nas reuniões e, concretamente, na família da Paróquia. Além disso, queremos levar, de forma mais consciente, as ideias do Padre Kentenich. Contudo, a experiência mostra-nos que as pessoas reagem de forma muito sensível quando se fala muito de “Schoenstatt”. Não se trata disso mas, de oferecer o que, de Schoenstatt, lhes pode servir.
  • Durante o encontro diocesano das Comunidades espirituais, trataremos de transmitir a ideia de “Juntos pela Europa” na nossa Diocese: nas novas Comunidades espirituais, selar uma promessa mútua, uma Aliança de Amor como sinal de que, queremos contribuir, juntos, para a renovação da Igreja na nossa Diocese.

2) Conclusão da construção em Belmonte

  • Queremos dar a conhecer nos nossos Ramos que nós, schoenstatteanos, podemos contribuir para a conclusão de Belmonte através de empréstimos privados. Este empréstimo (montante mínimo de 1.000 euros, prazo até 10 anos) terá um juro de 2% (mais informação em Empréstimo para Belmonte.
  • Houve alguns que tiveram a ideia de oferecer no Natal canecas e massa de Belmonte e, deste modo podermos contribuir, pessoalmente, com um pequeno montante.

Com uma oração de acção de graças e a renovação da nossa Aliança de Amor entregámos todas estas intenções e projectos ao nosso Pai do Céu e a Nossa Senhora.

engling-kreuz-vertical-small

Fotos: Ir. Claudia-Maria Leidig, adaptação: Claudia Echenique

Mais sobre Belmonte: www.roma-belmonte.info

Original: alemão. Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

Etiquetas: , , , , , , , ,

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *