Colocado em 20. Setembro 2017 In Schoenstatt em saída

Um mundo sem fronteiras

TANZÂNIA /MÉXICO,  Arturo Martínez •

Para que vir tão longe se no México existe tanta necesidade econômica? Foi uma das primeiras  perguntas que me fizeram quando cheguei na África, començando uma experiência, que me marcaría pelo resto da vida.

Em junho, parti rumo aquele continente, junto com outros três amigos e membros da  Juventude Masculina de Schoenstatt, procurando dividir experiências e conhecer diferentes culturas, para crescer, como pessoas e ver como seguir apoiando ao desenvolvimento do nosso país. Ao largo de quase dois meses, estivemos trabalhando em una comunidade no centro da Tanzânia, chamada Mzumbe, Morogoro, em duas áreas principais: dando aulas de inglês e matemática em uma escola, com crianças de 2 a 5 anos e no também, no centro de saúde da comunidade, realizando desde suturas até dando apoio em partos.

Nesse tipo de voluntariado social, onde não se tocam temas religiosos, é onde mais nos exigimos, a ser essa interrogante irresistível,  silenciosa, mas ao mesmo tempo, clara e eficaz .

Aprendemos um pouco de todos

 

Durante o período, tivemos a oportunidade de conviver  com voluntários de todas partes do mundo, onde dividimos um leque de experiências pessoais e culturais que apoiaram e alavancaram nossa experiência na Tanzânia . Durante este intercâmbio de culturas, perguntas como; qual é a situação atual do México?, para que vieram?. México está igual? entre outras tantas, nos ajudaram a reconfirmar o objetivo de nossa aventura,  naquele remoto país.

Durante os últimos 10 anos da minha vida, servir em nombre da Mater, tem sido uma parte fundamental e esse encontro que tive com Ela, me levou a procurar uma experiência que ultrapassasse o que até o momento havia conhecido.

Perceber, que não existem fronteiras, entre seres humanos, que todos podemos aprender, um pouco de todos, que independente  do lugar que nascemos ou da cultura que herdamos, na verdade, os maiores aprendizados que obtive este verão, foram muito mais as igualdades que temos, que as diferenças nos separam. Agora dividir-los é parte da minha responsabilidade .

A verdade, é que para a MTA! Não existem fronteiras!

 

 

Original: espanhol,  16 de setembro de 2017. Tradução: Glaucia Ramirez, Ciudad del Este, Paraguai

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