Colocado em 6. Fevereiro 2016 In Segundo século

Três perguntas…sobre Schoenstatt no segundo século da Aliança de Amor (48)

Hoje responde: Werner María Philipps, viúvo, pai de três filhos, advogado e notário em Gelsenkirchen-Buer. É membro do curso 16º da União de Famílias na Alemanha. Os meus pais já pertenciam à União de Famílias. Fui chefe do Movimento de estudantes de Schoenstatt e guia de muitas peregrinações de estudantes a Schoenstatt, enquanto estudava Direito em Münster; Naquele tempo agitado, de mudanças sociais radicais, pude experimentar o Pe. José Kentenich como meu pai espiritual. Nele encontrei a orientação para a minha vida. Estou comprometido como voluntário com o conselho paroquial local e sou presidente da junta diretiva dos hospitais católicos.•

 

Depois de um ano de peregrinarmos pelo segundo século da Aliança de Amor… como sonha este Schoenstatt no seu ser, no seu estar na Igreja e no mundo, e na sua tarefa?

Vivemos na Europa numa atmosfera de perda de fé, cheia de igrejas vazias e igrejas que se fecham. A Igreja oficial luta por encontrar soluções. Nós, os schoenstattianos, rezamos em cada manhã: “Usa-nos segundo a tua vontade; através de Schoenstatt se encham de novo as amplas naves da Santa Igreja…” Como é que isso vai acontecer? É exigida a nossa contribuição ativa para a renovação da Igreja, para a formação de uma nova ordem social cristã.

O nosso pai – José Kentenich – mostra-nos o caminho. Celebramos este ano o 50º jubileu da Aliança de Amor com o Pai Celestial, que ele instituiu em 30/10/1966 no santuário de Colonia, para toda a família de Schoenstatt. Ele anunciou a mensagem de salvação de Deus, como o Pai amoroso e misericordioso, para um tempo que tem medo de Deus.

Ele faz a Aliança de Amor com a Santíssima Virgem como o caminho mais seguro e rápido para a Aliança de Amor com o Pai Celestial. O sentido da Aliança de Amor com a Virgem é:

Expressão e meio, para selar a Aliança de Amor duradoura e indissolúvel com o Pai Celestial.

Só pode ser um presente da Divina Providência o facto do Papa Francisco ter declarado o Ano Santo da Misericórdia coincidindo com o nosso jubileu da Aliança de Amor com o Pai Celestial. A fundamentação:

“A Igreja percebe a imperiosa necessidade de anunciar a Misericórdia de Deus.”

O meu sonho é que Schoenstatt, no seu ser, no seu estar na Igreja e no mundo, e na sua tarefa, desenvolva uma contribuição ativa. Temos uma missão e devemos cumpri-la

Para chegarmos a cumprir este sonho que temos que evitar ou deixar?

Não podemos esconder-nos, temos que viver com valentia a nossa espiritualidade. Confiar em Deus, não ser medrosos.

Para chegarmos a cumprir este sonho que passos concretos devemos dar?

Cada um de nós tem novas exigências em cada dia:

  • Viver o dia a dia na confiança em Deus.
  • Viver diariamente uma relação viva com o Pai Celestial amoroso e misericordioso, em Aliança com Ele.
  • Irradiar com o nosso ser, na insegurança diária, o acolhimento no amor misericordioso do Pai Celestial.

Desejo que de Schoenstatt se contribua muito para o ano jubilar e para o Ano Santo da Misericórdia. Que no segundo século da Aliança de Amor original, se procurem novas formas de anunciar o amor misericordioso de Deus, nosso Pai Celestial.

Esse contributo será dado no verão de 2016, de 31/07 a 06/08; uma peregrinação de vários dias caminhando com o tema “Confiança em Deus”.

Uma iniciativa da União de Famílias de Schoenstatt. Um caminho de peregrinação para pessoas com o grande anseio de experimentar pessoalmente o amor de Deus, experimentar através de pessoas a Deus como Pai Misericordioso; buscar o encontro: reciprocamente e com pessoas do próprio local.

Uma peregrinação para famílias com crianças, jovens e grupos, desde o Santuário de Colonia até à Porta da Misericórdia do Santuário Original. Uma peregrinação para participar…

Original: alemão. Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

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