Colocado em 26. Fevereiro 2016 In Segundo século

Três perguntas … sobre Schoenstatt no segundo século da Aliança de Amor (49)

Hoje responde: Benjamín Paz, Contabilista Público Nacional, casado, pai de quatro filhos. Pertence ao Movimento de Schoenstatt em Tucumán, Argentina, há 20 anos. “A minha esposa e eu estamos na União de famílias; fui presidente da Fundação Mater Admirabilis, formador de grupos de casais, chefe da Liga Apostólica das Famílias, formador de grupos de jovens da JM, curador do Santuário, voluntário de Maria… O mais importante, Mater, ser o pai de uma Irmã de Maria: a Ir. Nazaret!”

Depois de um ano de peregrinarmos pelo segundo século da Aliança de Amor… como sonha este Schoenstatt no seu ser, no seu estar na Igreja e no mundo, e na sua tarefa?

index2Sonho Schoenstatt como uma família: com pai, com mãe, com lar… Que a sua essência é a “aliança”, o seu ser. O seu estar na Igreja: que esteja sempre presente, como um filho ao lado da sua mãe.

Na sua tarefa… Símbolo de fé, orante e ativo; as duas faces da mesma moeda.

Para chegarmos a cumprir este sonho o que temos que evitar ou deixar?

Evitar iludir a realidade; ao mesmo tempo, não se deixar levar por um pensamento relativo; a nossa vontade deve estar enriquecida pela nossa razão…mas sobretudo, estar conscientes de ser filhos de Deus; procurar o equilíbrio entre o natural e o sobrenatural.

Para chegarmos a cumprir este sonho que passos concretos devemos dar?

Passos concretos a dar? Uma pergunta que para mim…carece de resposta. Não há receita,… algumas pistas…

Ocorre-me a palavra <escutar>… Uma escuta ativa… Escutar Deus. Pedir o dom da Fé; esperar sem expectativas… Deus é pura surpresa. É um Pai que deseja ver-nos felizes; felizes de <Paz Interior>…

A segunda palavra, < humildade>, chegar a sentir que tudo vem de Deus, só somos seus instrumentos. Somos pó e ao pó voltaremos.

A terceira palavra <gratidão>; onde há gratidão, o óbvio não tem espaço… A vida será vivida numa constante aprendizagem; dar graças a Deus por tudo…e, também, porque não, aceitar as graças que Ele nos dá.

Original: espanhol. Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

 

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