Colocado em 4. Novembro 2015 In Segundo século

Três perguntas… sobre o Schoenstatt do segundo século da Aliança de Amor (46)

Hoje respondem Sonia Zárate e José Antonio Zaracho: Estamos casados há 31 anos, temos 3 filhos: José Emilio (28), José Roberto (23) e María Florencia (19). Pertencemos ao Ramo Familiar da Diocese de Encarnación, e atualmente somos chefes do Ramo Familiar e postulantes do 1º Círculo da Liga Apostólica •

 

A um ano de peregrinarmos pelo segundo século da Aliança de Amor… como sonha este Schoenstatt no seu ser, no seu estar na Igreja e no mundo, e na sua tarefa?

Ao cumprir-se já um ano deste novo caminhar pelo segundo século de Schoenstatt, sentimo-nos cada vez mais convencidos de que este é o nosso lugar, que é onde queremos estar e ser instrumentos vivos da Mater e do seu Filho Jesus; cada vez nos sentimos mais apaixonados pelo nosso Pai e Fundador e com muita vontade de o conhecer cada vez mais.

Sonhamos, no mais profundo do nosso ser, que possamos todos juntos construir a Nação de Deus que o Pai sonhou e que assim sejamos uma grande família unida em Cristo Jesus, acolhidos nos braços maternais da Mater; que possamos ser reflexos de santidade para irradiar ao mundo, que por esse testemunho de vida que possamos dar, voltemos a encher as naves da nossa Santa Igreja, e que não sejamos nunca cristãos mornos ou tristes, que a alegria seja a nossa bandeira para conquistar corações para Jesus, para a Igreja.

Por isso tentamos em cada dia santificar o nosso trabalho, que também nele se reflita que somos schoenstattianos. Para isso pomos em prática os ensinamentos do nosso Pai e Fundador, oferecendo tudo como contribuições para o capital de graças do nosso Santuário do trabalho. Conquistámo-lo e abençoou-o o Pe. Antonio Cosp em julho de 2014.

Para chegarmos a cumprir este sonho que temos que evitar ou deixar?

Para chegarmos a cumprir este sonho que passos concretos devemos dar?

Para chegarmos a cumprir este sonho de construir a Nação de Deus, devemos tornar realidade a santidade da vida diária: constituir famílias enraizadas na fé, membros vivos da Igreja, conhecer realmente o nosso catecismo, encarnar os valores éticos e morais, saber ver os nossos irmãos mais débeis e necessitados e socorre-los; não ser juízes dos outros mas viver e refletir o espírito do nosso Fundador.

Os passos que devemos dar para conseguir isto é autoeducarmo-nos cada vez mais e mais, utilizar todas as ferramentas que o Padre Kentenich pôs nas nossas mãos; procurar que cada ramo – os pioneiros, as juventudes, os profissionais, todos os ramos da Liga, as Uniões, as ações apostólicas – tenham uma formação integra, inclusive catequizar cada um, para que sejamos capazes de defender a nossa fé e a nossa Santa Igreja perante os outros; que nos formemos para ser santos da vida diária no estado para o qual o Senhor nos pensou para esta vida terrena. E que sejamos capazes de nos lançarmos, mesmo no vazio, para defender os nossos ideais como schoenstattianos e, se necessário, refundar hoje, amanhã e sempre….

Original: espanhol. Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

 

 

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