Colocado em 23. Agosto 2015 In Segundo século

Três perguntas…sobre Schoenstatt no segundo século da Aliança de Amor (40)

Hoje responde: O pároco P. Martin Dörflinger, membro do Instituto de Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt, pároco de seis comunidades situadas em redor do lago Federsee no sul da Alemanha. A meio ano de peregrinarmos pelo segundo século da Aliança de Amor… •

Como sonha este Schoenstatt no seu ser, no seu estar na Igreja e no mundo, e na sua tarefa?

O experimentar os frutos do Jubileu deu-me muita confiança de que Schoenstatt, também no seu segundo século, fala às pessoas no mais íntimo do coração, move-as, leva-las ao caminho, reúne-as e faz surgir algo novo. As pessoas são mais conscientes de Schoenstatt. Muitos mais querem fazer parte da rede de Alianças de Amor. Nas paróquias, nas dioceses, mas também através de Belmonte, em Roma, Schoenstatt ocupará logicamente o seu lugar em cada nível da Igreja local, porque nós temos uma resposta concreta e positiva às perguntas do nosso tempo.

Para chegarmos a cumprir este sonho, o que temos de evitar ou deixar?

Temos que superar o girar em torno de nós próprios. Ainda estamos tão ocupados connosco, com a nossa própria imagem, procurando respostas às nossas perguntas dentro das próprias comunidades de Schoenstatt.

Para chegarmos a cumprir este sonho, que passos concretos devemos dar?

Um projeto verdadeiramente mundial e juntos poderíamos fazer deste sonho uma realidade. Mas só se o fizermos com todas as nossas comunidades.

Belmonte tem o potencial para o fazer. Também foi a vontade do nosso Pai Fundador que nós realizássemos este projeto em conjunto. Se queremos estar presentes, se queremos ajudar a dar forma à Igreja, que seja através de Belmonte. Belmonte é uma atitude interior, é um princípio, é símbolo da nossa missão. Disto não há dúvida.

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Original: espanhol. Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

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