Colocado em 30. Maio 2015 In Segundo século

Três perguntas…sobre o Schoenstatt do segundo século da Aliança de Amor (16)

Hoje responde: Irmã M. Elizabet Parodi, Roma, da Argentina, a trabalhar na Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano •

A meio ano de peregrinarmos pelo segundo século da Aliança de Amor… Como sonha este Schoenstatt no seu ser, no seu estar na Igreja e no mundo e, na sua tarefa?

O sonho ancorado na confiança.

Um Schoenstatt confiante em que Maria renovou a Aliança e, em que nós nos renovamos no primeiro amor a Ela, num amor capaz de vencer barreiras e, de sair, a oferecer o que recebeu. Neste sentido, um Schoenstatt imparável. Não pela própria força ou por arrogância mas, como fruto da confiança no “Nada sem Ti, nada sem mim”.

Para chegarmos a cumprir este sonho o que é que temos que evitar ou deixar?

O Schoenstatt imparável é o que caminha de noite, com a tocha na mão: uma imagem muito bonita que nos ofereceu o Jubileu. O perigo da noite é adormecermos. Por isso, temos que evitar olhar para a escuridão e, pormos os olhos na luz que levamos.

Além disso, evitar calçarmos as pantufas, são o primeiro passo para se começar a dormir. Deixar o fácil e, arriscar mais, com confiança. Maria vai à frente. Já o demonstrou.

Para chegarmos a cumprir este sonho que, passos concretos devemos dar?

Na madrugada desta nova etapa o Papa lança o Jubileu da Misericórdia. Parece-me um sinal. Deus está-nos a interpelar no nosso carisma, no desfio de sermos causas segundas, transparentes de Deus para os outros. Cada grupo, cada comunidade, cada um de nós, cada actividade apostólica…um reflexo da Misericórdia de Deus Pai.

Interpela-nos porque toca a intimidade mais profunda do carisma do nosso Fundador e, interpela o presente que recebemos na sua pessoa. Uma tocha que não é só para nós mas que, está nas nossas mãos. O desafio do Schoenstatt imparável, oferecer a luz que recebemos.

Original: espanhol: Tradução, Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

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