Colocado em 16. Novembro 2014 In Jubileo 2014

Assim se celebrou o 18 de Outubro de 2014 … em Quito

EQUADOR, Irmã Maria Gracia. Tal como diz o Hino Jubilar dos 100 anos de Schoenstatt, desse modo, se pode descrever estes dias de céu que foram vividos , como Família de Schoenstatt Quitanha.

 

 

Desde que Outubro começou tiveram “algumas antecipações jubilares” ; as Alianças de Amor de Peregrinos; entre elas A de uma família inteira que selou a sua Aliança, os cônjuges, os filhos, os pais dos cônjuges, os irmãos dos cônjuges com as suas respectivas famílias, eram cerca de 40 pessoas, uma completa antecipação do que se ia celebrar. Durante este mês, muitas famílias consagraram os seus Santuários-Lar. Tudo, os foi preparando, para o que seria a sua grande celebração jubilar.

17 de Outubro: “Aqui estou”

Os animadores da noite convidaram-nos a agradecer, especialmente, ao Padre Kentenich, o Fundador que, se atreveu a sonhar com coisas grandes, a sonhar com a formação de um Homem Novo, na Nova Comunidade. Sonho que seria possível se, se selasse uma Aliança com Maria. Sem Ela, este sonho seria inalcançável. Ele sonhou, partilhou esse sonho com os primeiros Congregados e, graças à sua fé nesta Aliança, todos estavam ali.

Começaram a peregrinação ao Santuário com uma Tocha que, simbolizava a luz que tornou possível a chegada de Schoenstatt a Quito. Quiseram, deste modo, unir-se à Peregrinação da Tocha que os jovens, da Juventude Masculina, fizeram desde Pompeia até Schoenstatt, na Alemanha. Alí, em Quito, a Irmã Maria Dolores levava a Tocha como representante da primeira geração do Movimento, no EQUADOR – Guayaquil, da qual fez parte a sua mãe, D. Lola Quiroz. Esta Tocha recordava-lhes a luz de Schoenstatt que chegou, de Guayaquil,  a Quito.

Enquanto a Tocha subia do Centro de Espiritualidade até ao Santuário, levada pela Ir. Maria Dolores e, por representantes da primeira geração de schoenstatteanos, em Quito, todos os assistentes esperavam no Santuário que, tinha as luzes apagadas. Cada pessoa tinha uma velinha acesa; deste modo, só se viam estas luzinhas e a luz da Tocha que, chegou, solenemente, ao Santuário, enquanto a Juventude Feminina e a Masculina cantavam “ Faz de mim uma tocha que arda por Cristo… até que o mundo arda por Ele”. Assim que o pregão acabou, tocaram os sinos do Santuário. Com a Tocha acendeu-se o fogo sobre a Patena, lançou-se fogo-de-artifício e, cantou-se, com toda a solenidade, o Hino Jubilar. Foi um momento muito lindo; a grande festa tinha começado.

A seguir, tirou-se o Quadro da Mater, do Santuário e, acompanhado pelo Santíssimo, foram seguidos por uma procissão, desde o Santuário até ao Centro de Espiritualidade, onde se deu início a uma Vigília de Adoração até à manhã do dia 18.

18 de Outubro: “Renovação da Aliança”

O grande dia Jubilar começou com a procissão do Quadro da Mater desde o Centro de Espiritualidade até ao Santuário. Foi levado por rapazes e meninas universitários das Juventudes. Durante a procissão, foram-Lhe cantando e, os mais novos das Juventudes, Feminina e Masculina, fizeram uma Guarda de Honra, à Rainha, ao longo do caminho. Ao chegar ao Santuário tocaram as trompetas, mas a Mater não entrou para ocupar o Seu Trono, mas ficou, ali à espera, até ao, mesmíssimo, momento em que foi colocada no Santuário Original. A colocação foi simultânea nos dois Santuários e, ao mesmo tempo, elevou-se ao Céu, um Terço, em representação das Avé Marias rezadas pelas famílias equatorianas.

Chegou o momento da Renovação da Aliança que, foi feita, unidos a Schoenstatt, na Alemanha, como Família Internacional. Cada pessoa recebeu impresso o texto da Renovação que, seria lido, em Schoenstatt e, fizeram-no simultaneamente. Participaram umas 1200 pessoas na Renovação e na Missa de Aliança, muito mais que, as esperadas.

A seguir, tiveram um alegre almoço Jubilar, de festa, com 170 schoenstatteanos, organizado com a ajuda do Ramo das Mães.

Realmente, o ambiente destes dias jubilares foi de Céu, de Família, de Maria. E, o trabalho que esteve, por trás, também foi grande, mas realizado com tanto carinho pela Mater, com tanta alegria e espírito de sacrifício.

19 de Outubro: “Missa de Envio: Schoenstatt para a Igreja”

E, como se, ainda tivessem celebrado pouco, nos dias anteriores, ainda lhes coube o terceiro dia de celebração. Queriam entregar os frutos de Schoenstatt à Igreja, Entronizando um Quadro da Mater na Basílica do Voto Nacional, uma igreja emblemática, em Quito e, no País, porque foi construída como Recordação Perene da Consagração do Equador ao Sagrado Coração de Jesus e de Maria. Portanto, para os schoenstatteanos era o lugar ideal para colocarem a Mater, porque durante a preparação para o Jubileu, Lhe tinham consagrado todos os equatorianos.

O Bispo fez uma Homilia que, foi, realmente, um Envio. Falou da Três Graças do Santuário, da necessidade de serem acolhidos por Maria, de serem transformados e enviados; da importância de anunciar, a muitos, o que é Schoenstatt e de os convidar a que formem parte do Movimento. Realmente, foi um Envio. Entronizaram a Mater, colocaram S. Miguel Arcanjo e consagraram o Equador a Maria, a Mãe, Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

Agora, cabe-lhes levar Schoenstatt ao futuro, um futuro que já começou e que assumirão com gosto, em Aliança com Maria.

Original espanhol: Tradução, Lena Castro Valente, Lisboa. Portugal