Colocado em 14. Fevereiro 2020 In Vida em Aliança

O Pe. Alejandro Blanco por uns meses em Schoenstatt: A União Internacional de Sacerdotes começa a agir…

Comunidades de Schoenstatt, Redacção •

 “O barco acaba de zarpar e vamos em paz nesta grande aventura. Sabemos que a Mãe de Deus é o nosso “Farol no Mar da Vida” e estamos certos de que “os Teus não perecerão”, assim escreveu o Pe. Martin Aversano, da Argentina, em Agosto de 2019, imediatamente após a fundação da União Internacional dos Sacerdotes de Schoenstatt. Mais de 60 sacerdotes de 14 países do mundo, membros da União dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt, se entregaram à aventura da unidade, para criar a União Internacional no Santuário Original e no Túmulo do Pe. Kentenich. O Pe. Alejandro Blanco, de La Plata, Argentina, foi eleito 1º Secretário Geral em 22 de Agosto de 2019.—

 

Na sua ausência. Embora não pudesse estar fisicamente presente por motivos de saúde, fez-se presente, de todos modos, através da sua Homilia para a celebração do Centenário da Fundação da União Apostólica.

Agora sim, o novo Secretário Geral da União Internacional dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt virá, por alguns meses a Schoenstatt  desde o final de Fevereiro, porque está melhor de saúde, para aí trabalhar e, a partir daí, para a União Internacional.

A União Internacional dos Sacerdotes começa a jogar no campo das Comunidades de Schoenstatt e não vai ficar parada.

Na alegria incontrolável pela diversidade, que não separa, mas cria comunidade.

“A humanidade deve enfim descobrir – digo-o naturalmente numa perspectiva de teológica cristã -, que segundo as leis inspiradas do mistério trinitário, na dialética do amor a diversidade não é o que nos separa, mas o que nos faz comunhão. Quanto mais afirmação de variedade e a atenção que a ela se dá, tanto mais a fraternidade é grande, tanto mais a unidade é grande. É a lei da vida trinitária.

A Igreja tem de se “sinodalisar”. Como sabemos, o Papa Francisco insiste sempre sobre este ponto, mas naturalmente ele não pode fazer as coisas só. Sinodalisar significa aprender a caminhar junto, a enriquecer-se mutuamente e a respeitar a diversidade cultural. Por conseguinte, a Igreja deve ser desromanizada, deseuropaisada. Não se trata de negar os valores das tradições romanas e europeias, mas de as integrar num mundo culturalmente pluralista que favorece diversos processos de inculturação”.

Pe. Alejandro Blanco, Homilia de 20 de Agosto de 2019

 Original: alemão (9/2/2020). Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

 

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