Colocado em 2019-12-18 In Vida em Aliança

Maria da Aliança

PAPA FRANCISCO – MENSAGEM, redacção •

Não tem nada a ver com isso, não quer saber nada sobre as aparições espectaculares de Maria, nem quer dar-lhe qualquer novo título ou, muito menos, qualquer nova atribuição dogmática. Nada disso. No entanto, Ela é a mulher mais importante da sua vida, ama-a como mãe (“Ela é minha mãe”), mostra-a como mãe, como mulher, capaz de “maternizar” a Igreja e de A transformar “em Santa Mãe Igreja”, como mulher-discípula, que “nunca quis tirar nada ao seu Filho”, e como um “vínculo vivo” entre Deus e o Homem, ou como disse em 12 de Dezembro na sua breve Homilia, uma verdadeira Mariologia condensada: mestiça. —

 

 “Olhar para a Guadalupana é lembrar-se que a visita do Senhor passa sempre por meio daqueles que procuram “tornar carne” a Sua Palavra” – Foto: Osservatore Romano

Não há dúvida de que Francisco sente uma devoção especial pela Imperatriz das Américas, a quem honra a cada 12 de Dezembro presidindo uma missa na Basílica de São Pedro.

Diante de um grande grupo de peregrinos mexicanos presentes na Basílica, Francisco disse que a Virgem de Guadalupe Se apresentou a Juan Diego porque queria tornar toda a humanidade mestiça: “Ela quis mestiçar-Se, mestiçou-Se não só com Juan Dieguito  ou com o povo, mestiçou-Se para ser a mãe de todos, mestiçou-Se com a Humanidade, porquê? Porque Ela mestiçou Deus. E esse é o grande mistério. Maria, Mãe, mestiça de Deus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Seu filho”.

Também se pode dizer: Aliança. Maria da Aliança, como cantamos num dos cânticos mais populares de Schoenstatt.

O papel de Maria na vida da Igreja é tão simples na realidade.

 

Original: espanhol (16/12/2019). Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

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