Colocado em 2018-08-10 In José Kentenich, Schoenstatteanos, Vida em Aliança

A atualidade do carisma do nosso fundador

Em memoria do Pe. Humberto Anwandter, Redação •

“Com cada pessoa que morre, morre um mundo”, diz Gerhard Hauptmann, “e cada um que morre, leva consigo algo de nós”. E deixa algo dele connosco. Como cristãos, sabemos que fica connosco. Quando em 29 de julho morreu o Pe. Humberto Anwandter, da geração fundadora de Schoenstatt e dos Padres de Schoenstatt no Chile, morreu um mundo grande, uma historia de aliança, uma historia especialmente de aliança com o Padre Kentenich e de aproximar as gerações mais novas ao profeta.

Fica-nos a memoria, não a do museu, mas a da aliança.

Nas suas palavras e nos seus muitos livros, e no que escutamos e lemos dele fica com Schoenstatt e continua a ser fonte de orientação na nossa busca do caminho para o Schoenstatt do século XXI.—

No dia da sua morte, um membro da redação de schoenstatt.org encontrou um vídeo publicado há uns anos em Schoenstatt Vivo, que ao receber a autorização do Pe. Rafael Fernández, com muita alegria partilhamos aqui e também legendamos para os nossos leitores de língua inglesa, portuguesa e alemã. Neste vídeo, que é anterior ao jubileu dos 100 anos da Aliança, o Pe. Humberto Anwandter comenta o que espera de Schoenstatt para o ano de 2014, “O centenário do inicio de Schoenstatt, enquanto é aniversário do ato fundacional da Aliança de Amor no Santuário Original”.

Vídeo: SchoenstattVivo, Pe. Rafael Fernández. Com a autorização do autor.

Fidelidade criadora

Fala de olhar “para aquela força fundamental que lhe deu origem, que é a Aliança de Amor vinculada localmente ao Santuário” e da fidelidade criadora e das dimensões da Aliança de Amor – com Maria, com a Trindade, com a família: “É uma aliança, não só individual, mas que cria vínculos de família.

Tem uma dimensão vertical e horizontal. E essa dimensão, creio que tem de aprofundar-se e reatualizar-se”.

A poucas semanas dos 50 anos da morte do Padre Kentenich, somos chamados a aprofundar a vinculação ao Padre Kentenich e a crescer “na vinculação ao fundador, tanto na dimensão de uma vinculação pessoal como também de conhecimento do seu carisma, da sua mensagem, daquilo que ele tem para contribuir para a Igreja, mas confrontado com os desafios da época atual: a atualidade do carisma do fundador. E isso, na Família, convida-nos a atualizá-lo e apresentá-lo nessa forma”.

Schoenstatt deveria estar em condições de se projetar no seu serviço à Igreja e à sociedade

“Seria talvez como uma segunda dimensão desta fidelidade criativa, criadora, é que Schoenstatt, depois de 100 anos, já deveria estar em condições, de forma cada vez maior, de projetar-se no seu serviço à Igreja e à sociedade, ou seja, de poder ser coração da Igreja, mais coração da Igreja para que a Igreja seja mais a alma da sociedade. E creio que esse é um grande desafio que nos marca a partir do ano 2014”. A partir de agora.

Para o Schoenstatt do século XXI, do segundo século da sua existência e 50 anos depois da morte do Padre Kentenich, resta, como estes dias comentou o Pe. José María García, “o pedido de que o que tem a geração fundadora não se perca ou fique como recordação de uma época. São os que entenderam, viveram e se entregaram pelo carisma do Pai e pela missão da Mater. E isso é e deveria ser a nossa referência e a das seguintes gerações… O pulso do tempo será tomado por cada geração, mas a identidade e a dinâmica original são encarnadas “… como um Pe. Humberto Anwandter.

 

Fotos: Octavio Galarce @schoenstatt.org

 

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Original: espanhol. 06.08.2018. Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

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