Colocado em 2016-10-01 In Vida em Aliança

O que me moveu, que me tocou?

SUÍÇA, Urban Gehrig •

“Bom e agora o que faço com isto?” Provavelmente, a maior parte dos participantes do “Leitungsteamtreffen”( LTT) (Encontro de chefes) do Ramo Familiar da Suíça fez esta pergunta a si mesmo há um ano.

Nesses dias, tinham trabalhado com muito afinco e concentração, sob a direção de Maria Fischer, um conceito de comunicação para o Ramo Familiar da Suíça, que incluiu três perguntas e as suas respostas:

  • O que quero alcançar: “Reforçar as famílias”,
  • A QUEM quero chegar: “A famílias e casais cristãos que queiram crescer” y,
  • QUE MENSAGEM queremos enviar: “Famílias fortes, livres e interligadas podem mudar o mundo”.

De alguma maneira, isto significou um duro trabalho que à maioria lhe custou concretizar. Só o repetir de core as respostas às três perguntas, foi difícil. Este conceito de comunicação ainda não estava presente no grupo. Mas a prática faz o mestre.

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O estudo de casos de Radio Maria

Um pedido de informação que a Radio María fez chegar uns meses antes à equipa central, foi o exemplo ideal do caso. Os participantes exercitaram-se fazendo perguntas, dando respostas, partilhando e ponderando. A familiaridade cresceu e, num tempo relativamente curto, apareceu uma solução para o caso. Todos se encontravam equipados com a segurança necessária para implementar, de forma independente, o conceito de comunicação.

 

E como está o nosso projeto?

Trabalhou-se mais um ano nos diversos projetos dos membros da equipa de chefes. Uma parte importante de cada LTT é inteirar-se dos factos principais, assim como dos problemas e dificuldades: Como vai o projeto, como corre o trabalho aos responsáveis? Que histórias podem relatar sobre os seus projetos?

Fizeram precisamente isso: em diversas histórias, relataram os aspetos mais destacados, os mais emocionantes, o melhor dos seus projetos. Assim, ouviram-se relatos muito diferentes. Cinco critérios davam a informação: como chegava a história às pessoas relativamente à sua realidade de vida, suspenso, impulso, mensagem e como isto me tocou e me moveu. Cada história teve uma característica especial: uma deu um maior impulso, a outra moveu mais o coração: cada história recebeu o seu próprio perfil.

Seis perguntas serviram para orientar os participantes com os seus projetos, vendo como fazer em relação aos requisitos do conceito de comunicação. Foram as seguintes:

  1. A quem deve chegar o nosso projeto e a quem já o conseguimos fazer chegar?
  2. O que queremos alcançar e qual foi o resultado?
  3. Que mensagem queremos transmitir e o que já transmitimos?
  4. Quantas pessoas já conseguimos como colaboradores, e quantas pessoas perdemos?
  5. Que êxitos e que fracassos tivemos? Porquê?
  6. Uma temática do nosso projeto que ainda queremos discutir…

Os participantes tinham pela frente uma tarefa nada fácil, já que os projetos tinham sido criados antes do conceito de comunicação e nem sempre estavam em sintonia com estas seis perguntas. Em parte, foi a primeira vez que viram os seus projetos desta perspetiva. A cada equipa foi dado espaço para descobrir o que podiam modificar no seu projeto.

 

O potencial de todos e a comparação cruzada

Chegou a vez da  pergunta número seis, que possibilitava a cada participante, com a ajuda dos outros casais, obter contributos decisivos para a solução de um problema. Esta foi uma ronda fecunda para os responsáveis da semana de férias dos casais: chegaram muitas ideias para novos possíveis participantes, para além de muitas outras sugestões.

Sem dúvida que, as perguntas de 1 a 5 também ofereceram um potencial para obter informação. Uma comparação cruzada das mesmas perguntas em todos os projetos resultou num ambiente emocionante e interessante e talvez, pela primeira vez, uma comparação de projetos tão diversos.

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Fotos: Markus Infanger

Original: alemão. Tradução: Maria de Lurdes Dias Lisboa, Portugal

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