Colocado em 2016-10-26 In Vida em Aliança

Festejando o 18 de Outubro, festejando o nosso SIM!

ITÁLIA, Claudia Minici •

file_000Ontem, 18/10, também no coração de Roma, foi comemorada a nossa história de Aliança com Maria que, há pouco mais de um século teve início numa pequena igreja, esquecida no frio vale de Vallendar e a que, hoje, chamamos Santuário Original. Aqui mesmo, onde a Família de Schoenstatt viu os seus alvores, se deu início aos festejos com uma grande vigília na expectativa do dia 18. Iniciaram-se, assim, as 24 horas de oração que, viu todos os Santuários filiais do mundo unidos espiritualmente.

Uma reunião de almas com proveniência geográfica muito diferente

A Família de Schoenstatt romana é, por natureza e vocação, internacional. Na celebração realizada no Santuário Cor Ecclesiae estavam presentes o Pe. Angelo Strada, de passagem por Roma, por causa da Beatificação do Pe. Kentenich, uma família alemã em viagem e duas raparigas em representação, respetivamente, da Juventude Feminina equatoriana e francesa. A propósito da internacionalidade, o grupo de sacerdotes não ficou atrás: a Missa foi celebrada pelo Pe. Alfredo Pereira, acompanhado pelo Pe. Rolando de Cuba, que vem ao Santuário com os seus confrades do Pontifício Colégio Espanhol e o Pe. Javier Arteaga, Provincial dos Padres que vivem em Roma. Para não falar do acompanhamento musical “made in Paraguai” pelo qual agradecemos aos missionários comprometidos no projecto Missão Roma. Em suma, uma reunião de almas com proveniência geográfica muito diferente mas, com um único denominador comum…a Mater!

 “Quem somos, donde vimos, para onde vamos”

O 18 de Outubro não se coloca, apenas, como momento de reflexão sobre o nosso passado mas, sobretudo, sobre o nosso futuro. A famosa frase “Quem somos, donde vimos, para onde vamos” resume, eficazmente, o dia de ontem que se apresenta como período de recapitulação de quanto foi feito, bem e mal, até agora, para projectar os próximos passos a dar na óptica do crescimento do Movimento em Roma. Um crescimento que deve ser acompanhado, necessariamente, por um impulso espiritual importante que, só, pode nascer da relação íntima e pessoal com Maria. Uma relação selectiva mas, não exclusiva, porque, como nós “aliados” sabemos, é sempre Ela quem escolhe e chama. Ao chamamento de Maria, quer seja, mais ou menos, no início do nosso caminho de Aliança com Ela, não devemos ter medo de nos mostrarmos como somos e com o que fizemos. Oferecer-se como se é, com os próprios méritos e defeitos, honesta e humildemente, representa um óptimo ponto de partida. Deixemos os nossos corações inflamarem-se por um amor que tudo pode e nada teme: um amor de mãe real e sempre vencedor.

No final da Missa e da seguinte queima do Capital de Graças, juntámo-nos, para um pequeno momento de convívio, no qual jovens, famílias, Irmãs e Padres de Schoenstatt, soprámos as 102 velas de aniversário, com o vaticínio de podermos soprar, juntos, muitas outras ainda!

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Original: italiano. Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

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