Colocado em 30. Janeiro 2016 In Vida em Aliança

De Bellavista agradecemos o boletim! Vocês animam-nos, dão-nos boas ideias e fazem-nos sentir mais internacionais com o desejo de colaborar mais

ROMA BELMONTE, por María Fischer •

“Vocês animam-nos, dão-nos boas ideias e fazem-nos sentir mais internacionais com o desejo de colaborar mais! Diz um comentário no boletim de Belmonte que chega de Bellavista, Chile. “Não só o boletim, mas também Belmonte deveria ser assim”, diz o Pe. Martin Emge. Animar, dar boas ideias, dar a Schoenstatt o toque internacional e infundir entusiasmo para colaborar.

E se o boletim nos parece tão bom, muitos mais schoenstattianos deveriam beneficiar dele.

Desde fevereiro de 2015 que está disponível mensalmente o Boletim de Belmonte em 5 idiomas (alemão, espanhol, inglês, português e italiano), e chega atualmente a 409 subscritores em alemão, 37 em inglês, 29 em italiano, 86 em português e 261 em espanhol. Um pequeno círculo. “Um punhado infinitamente pequeno”, diria o Pe. Kentenich. Mais informações a seguir.

Os artigos sobre a vida em torno ao “Santuário de todos nós” em Roma, sobre iniciativas e projetos conseguidos querem motivar-nos a tornar real o sonho do Pe. Kentenich de um Centro de Schoenstatt Internacional no coração da Igreja. Ao mesmo tempo, através do boletim, concentram-se iniciativas e estabelecem-se prioridades.

Quem ainda não subscreveu o boletim, está cordialmente convidado a subscrever-se, a dá-lo a conhecer e a conseguir novos subscritores. Com vários milhares de leitores do boletim, Belmonte teria uma presença muito diferente em Schoenstatt e mais além.

Alemão

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Exemplos do primeiro boletim de 2016

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Belmonte: Visita do casal Nuño

Durante três anos, de 2006 a 2009, o casal formado por Anneliese e Francisco Nuño, membros do Instituto de Famílias de Schoenstatt, trabalhou para Belmonte. Muitos dos móveis que ainda se encontram hoje na Casa dell’Alleanza lhes pertencem. Também as “notícias romanas”, que Francisco Nuño escreveu regularmente durante esse tempo para schoenstatt.org, deixaram marcas. Durante o tempo de Natal visitaram Belmonte. “Estamos muito interessados em Belmonte”, comentou Francisco Nuño. “Temos a sensação de que a nossa Família de Schoenstatt está muito longe de entender Belmonte com um “bem comum” e “necessário”.

Austrália: uma porta e uma janela

Julie D e o seu marido, em 2000, estiveram em Belmonte durante uma peregrinação desde Austrália até Roma e Schoenstatt, “quando não existia nada mais senão mato e uma ermida”. Agora Julie doou uma porta e uma janela para o quarto-Austrália em honra do seu marido que faleceu em 2010, pois “ele era uma pessoa com visão, por isso um pouco de Belmonte deve recordá-lo, porque, sim, Belmonte é uma grande visão”.

Próxima produção de massas

Já se acabaram. Esgotaram-se e comeram-se: a “Pasta di Belmonti”, massas às cores com a forma da Basílica de São Pedro com o Santuário, que servem tão bem de presente. Já se fez novo pedido, mas a empresa que os produz só poderá entregá-los em finais de fevereiro. Entretanto, quem se quiser consolar com as chávenas de Belmonte, ainda restam algumas. Sim, e também se podem adquirir vales para as massas de Belmonte (a partir de 10 pacotes) – é melhor fazê-lo, antes que voltem a esgotar!

Para pedir: [email protected]

De Bellavista agradecemos o boletim! Vocês animam-nos, dão-nos boas ideias e fazem-nos sentir mais internacionais com o desejo de colaborar mais!”

Eles merecem-nos?

“Vocês animam-nos, dão-nos boas ideias e fazem-nos sentir mais internacionais com o desejo de colaborar mais”, Merecem-nos alguns sacerdotes que conheço? Sim, diz P. Martin Emge da diocese de Bamberg na Alemanha, e conseguiu que recebessem o boletim. Merecem-no os casais do nosso curso da União de Casais? Sim, diz o casal Rubio de Madrid.

Tudo isto é inspirado nada mais nada menos numa ideia do Padre Kentenich. E esta ideia vai cumprir 100 anos.

Em 22 de maio de 1916 escreveu o Padre Kentenich a Josef Fischer. “Neste sentido tu concordas comigo”. “e também estás de acordo comigo quanto à aceitação e convicção de que essa espiritualidade a que aspiramos na nossa Congregação é capaz de reconciliar a fé tradicional (sem fazer concessões cobardes) com a alma do homem atual e apreciar os valores vitais e culturais da nossa santa religião. Mais ainda, tu concordarás, que nós os congregados, todos juntos (um punhado infinitamente peueno em comparação com os apóstolos do ateísmo e da impiedade) podemos fazer algo como instrumentos nas mãos da nossa Mãe do Céu. Assim será, sempre e quando comprometamos todas as nossas forças no lugar onde estivermos e procurarmos, através de um esforço organizado, alcançar metas comuns, que o bem gere continuamente o bem, apesar de todas as dificuldades que se apresentem.” [1]

Um punhado infinitamente pequeno para uma enorme tarefa.

A maioria dos leitores de Schoenstatt.org sabe como a carta continua. O Padre Kentenich desenvolveu um plano “demasiado ambicioso para ser realizável… Sonhos…claro…Para que um dia se tornem realidade é preciso uma geração que saiba pô-los em prática com inteligência, consequência e grande capacidade organizativa…” Início da ideia da Confederação Apostólica Universal nos objetivos de Schoenstatt. Terceiro objetivo de Schoenstatt. “Um sonho, claro!”. Além disso, o punhado infinitamente pequeno, entre os quais alguns também estão em perigo da cair no campo de batalha, deve atrair e unir a juventude educada do mundo – num futuro longínquo, inacessível? Sonhos?

Um punhado infinitamente pequeno para uma enorme tarefa. Contudo, nada de resignação: cada um deve dar o que puder. Isto é um pequeno Pentecostes. A enorme tarefa não desanima, pelo contrário, converte-se em incentivo: o pequeno punhado deve crescer, temos que atrair muitos.

O pequeno punhado tem que crescer senão a visão não se pode concretizar! O Padre Kentenich indica-nos um caminho, para que isso se possa realizar facilmente.

Escreve a Josef Fischer :

“…Retomando a ideia já mencionada, à luz do desenvolvimento da situação, a nossa Mãe pede-nos uma propaganda silenciosa e prudente da nossa revista… Se nós…”

Ele refere-se a: cada um de nós – na altura eram cerca de 50 congregados – “Se nós até ao outono…” Data concreta!

„Ficarei satisfeito se até ao próximo outono se conseguirem mais alguns (refere-se a subscritores)” [2]

Escreveu a Josef Fischer em 22 de maio, e em 16 de agosto disse-lhe: “Hafeneth já conseguiu pessoalmente entre 10 a 12 subscritores.”

Quem será o Hafeneth 2016? O Pe. Martin Emge, o casal Rubio ou tal vez outra pessoa completamente diferente?

Se até ao outono (digamos em linguagem schoenstattiana até 18/10/2016) conquistarmos mais alguns subscritores ficaremos satisfeitos!

O Pe. Martin Emge conseguiu já quatro subscritores. O casal Rubio cinco.

Ao“Hafeneth 2016” espera-o um cupão de Belmonte por três noites mais uma surpresa!

[1]       José Kentenich, Carta a Josef Fischer, 22 de maio 1916, citada em MTA 4 (1919), Nr. 5/6: 46), em Kentenich-Reader tomo 1
[2]     José Kentenich, Carta a Josef Fischer, 22 de maio 1916, citada em MTA 4 (1919), Nr. 5/6: 46), em Kentenich-Reader tomo 1

 

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Original: alemão. Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

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