Colocado em 26. Junho 2015 In Segundo século, Vida em Aliança

Três perguntas… sobre o Schoenstatt do segundo século da Aliança de Amor (27)

Somos Pilar de Beas e José A. Alvaredo, um casal do primeiro curso da União de Famílias da Espanha. Ambos frequentamos as juventudes do Movimento. Estamos casados há 33 anos, temos seis filhos e somos os fundadores e presidentes da Asociación Eduvida [Associação Eduvida] (www.eduvida.es), pelo qual oferecemos cursos para noivos há mais de 30 anos; cursos de planejamento familiar, há 15 anos (somos monitores do sistema sintotérmico); e cursos de educação afetiva sexual, há 10 anos. Estamos em Schoenstatt há mais de 40 anos; em sua juventude, Pilar foi dirigente do ramo feminino; fomos sub-dirigentes da Liga das Famílias; estivemos no primeiro curso de militantes (membros) da Liga e fomos os fundadores da União das Famílias na Espanha. Atualmente, acompanhamos grupos de casais na Liga das Famílias

No meio do ano do peregrinar para o segundo século da Aliança de Amor, como sonha Schoenstatt em seu ser, em seu estar na Igreja e no mundo e em seu o que fazer?

Acreditamos que o jubileu foi muito importante para todos, de forma geral; o poder peregrinar ao local de origem, o que para muitas pessoas foi a oportunidade para conhecer o Schoenstatt internacional e mais profundamente o Pe. Kentenich e sua obra.

Para nós, que pudemos ir apenas a Roma, foi especialmente importante o encontro com o Papa e tudo o que ali ele nos falou. Foi uma conscientização maior de que Schoenstatt tem que estar a serviço da Igreja. Temos que sair ao mundo e deixar de olhar tanto para o próprio “umbigo”; cada pessoa deveria voltar um olhar introspectivo ao fundo de seu coração para pensar “onde e como” Deus o quer. Nossa resposta há de ser a de levar Cristo a todos os ambientes possíveis e, acima de tudo, onde a vida diária é mais difícil.

Para chegar a cumprir esse sonho, o que temos de evitar ou deixar?

Temos que evitar nos fecharmos em nossos pequenos mundos. Nosso “grande pecado” é ficarmos confortáveis apenas em nossos grupos e ramos. Achamos, de forma equivocada, que Schoenstatt é o único, sem pensar que nosso trabalho precisa ser “de Schoenstatt para a Igreja”.

Acreditamos que Schoenstatt tem que estar aberto para que entrem pessoas de todas as classes sociais e culturas. Para nós, parece importante também fazer acontecer o ideal de família, uma vez que sentimos que, em Schoenstatt, cada ramo está separado do resto. Falamos teoricamente de “espírito de família” quando nem sequer nos conhecemos, nem nos relacionamos entre nós. Temos que trabalhar juntos em projetos apostólicos que nos unam e onde possamos realmente sentir que, a partir da mesma ideologia, podemos fazer surgir grandes apostolados: não nos esqueçamos que a tarefa principal de Schoenstatt é “com Maria e pelas mãos de nosso Pai e Fundador, vamos para o mundo”.

Para chegar a cumprir esse sonho, que passos devemos dar?

– Mais apostolado e sair para fora, às ruas de Madri, política, Igreja

– Ter algum encontro com o bispo; nos colocarmos mais a serviço da Igreja

– Oferecer diferentes apostolados onde possa haver pessoas de outros ramos.

 

Original em espanhol. Tradução: Maria Rita Fanelli Vianna – São Paulo / Brasil

 

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