Colocado em 15. Fevereiro 2018 In Projetos

Com esta iniciativa, os sacerdotes evangelizam o mundo do surf

ARGENTINA, por Giselle Vargas, ACI Press e Claudia Echenique •

O Pe. Santiago Arriola está convencido de que “toda a nossa vida, em todas as suas expressões e dimensões, pede e pode ser evangelizada”, e por essa razão, com o Pe. Pablo Etchepareborda, decidiram iniciar a “Pastoral do surf” nas praias de Mar del Plata (Argentina).

Embora seja um espaço que esteja “em plena gestação”, sem um esquema e nem prazos definidos, há duas experiências que encorajam a continuação desses encontros.

A primeira experiência foi no verão de 2016, quando o padre Pablo Etchepareborda abençoou as pranchas, o mar e os surfistas.

“Aloha”, um encontroo para “fazer a prancha” entre tantas ondas

E para este verão eles realizaram o “Encontro Aloha”, “Palavra havaiana amplamente utilizada no ambiente e que tem uma multiplicidade de significados referentes ao desejo do bem”, disse o Padre Arriola à ACI Prensa.

Assim, durante dois dias, cerca de 18 jovens e adultos que praticam surf, body ou SUP (esportes similares), viveram momentos de oração, reflexão pessoal, comunitária e atividades recreativas.

Entre eles, havia catequistas e membros do Movimento de Schoenstatt, juntamente com “jovens com experiência de fé e um certo caminho na Igreja e outros que estão um pouco distanciados, mas que têm inquietudes religiosas”, disse o Pe. Arriola.

Um espaço que transcende os esportes

“Surfar tem um significado vital para aqueles que o praticam, um significado que transcende o meramente esportivo. Para muitos, é um espaço de renovação de força, de descanso e de desconexão do ritmo agitado da vida cotidiana, de encontro com a natureza e da experiência religiosa. Por isso  achamos que foi uma ótima oportunidade para explicitar mais, e em comunidade, esse sentido vital do surf “, explicou.

O padre disse que farão outras atividades à medida que o verão progride, já que o encontro  Aloha “é sem dúvida uma experiência muito positiva, valiosa e enriquecedora para todos que participamos e a todos,a  experiência nos deixou, com o coração, pedindo mais” .

Uma vocação que surgiu da JM

O padre Santiago Arriola pertenceu à Juventude Masculina de Schoenstatt (JM), “onde trabalhei com crianças, participava das jornadas, até perceber que estava muito apaixonado por Deus”. Entrou ao noviciado dos Padres de Schoenstatt e, quando esteve no seminário, percebeu que sua vocação era orientada para o diocesano, e foi ordenado em Mar del Plata em dezembro de 2013.

 

Original:  Espanhol, 10 Fevereiro 2018. Tradução: Glaucia Ramirez, Ciudad del Este, Paraguai

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