Colocado em 6. Dezembro 2019 In Campanha

A Mãe Peregrina em Tegucigalpa

HONDURAS, Pe. José Luis Correa/Maria Fischer •

Sabíamos que a Mãe Peregrina de Schoenstatt não iria “esquecer-Se” das Honduras no Seu percurso pela América Central. Cerca de 50 visitantes por mês em schoenstatt.org, às vezes uma carta à Mater no Santuário Original, algum contacto entre schoenstatteanos da Costa Rica e do Perú que vivem nas Honduras. Este pequeno país situado entre El Salvador, Nicarágua e Guatemala tem “algum Schoenstatt”.

Honduras é um país profundamente mariano. Perto de Tegucigalpa, capital de Honduras, está um dos principais santuários marianos da América Latina: Nossa Senhora de Suyapa. Reconhecida como uma basílica menor, tornou-se num foco de conversão e misericórdia. O culto que o povo hondurenho presta à sua Padroeira, a Virgem Maria Nossa Senhora de Suyapa, tem aumentado em extensão e profundidade ao longo do tempo. Desde a descoberta da Imagem milagrosa em 1747 até à recente elevação do Santuário de Suyapa à categoria de Basílica Menor, o católico hondurenho tem-se sentido cada vez mais próximo da sua Morenita. A pequena escultura mede apenas seis centímetros e meio de altura e é feita de madeira de cedro.

À humilde serva do Senhor, a Virgem do Magnificat, aparentemente gosta do que é pequeno…

Agora sabemos de um humilde e pequeno começo de Schoenstatt nas Honduras – em Tegucigalpa, uma imagem da Mãe Peregrina de Schoenstatt visitou várias famílias.

“Fabian rezou o Terço connosco e a oração da vela esta manhã antes de ir para a escola. Ele recebeu a Mãe de Deus aqui em Tegucigalpa”, contaram ao Padre José Luis Correa, que vem há algum tempo, procurando entrar em contacto com schoenstatteanos e pessoas interessadas na sua espiritualidade nas Honduras e quer visitar o país pela primeira vez entre 6 e 8 de Janeiro de 2020.

Convidamos os fiéis visitantes de schoenstatt.org das Honduras a entrarem em contacto e a contar-nos a sua história!

[email protected]

P. José Luis Correa

Original: espanhol (15/11/2019). Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

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