Colocado em 13. Setembro 2018 In José Kentenich

Quando o Padre Kentenich chega à sua Família

COSTA RICA, Rocío Prada/Maria Fischer •

Tinha chegado a hora. Em 5 de Setembro, um camião entrava pela porta do recinto do Santuário Família de Esperança, em S. José, Costa Rica. Lá dentro, uma grande caixa de madeira, com um grande cartaz que dizia apenas: S. José, Costa Rica. Ao fim de uma semana de viagem, desde a povoação Engelsdorf na Alemanha até S. José na Costa Rica, chegou ao seu destino. Possivelmente, nunca na história, uma caixa de madeira foi recebida com tanta esperança, tanta alegria, tanta santa impaciência. É que, dentro desta caixa singela chegou a escultura do Padre Kentenich, a escultura da esperança, realizada pelo artista chileno Juan Fernández. Chegou o Padre Kentenich à Costa Rica.

 

Ansiosamente, estavam à espera alguns casais da Costa Rica. Foi uma recepção única. Abraçaram a caixa, houve lágrimas, sorrisos, gritos de alegria, tudo ao mesmo tempo e, a seguir, fizeram fila para tirarem os parafusos.

Quanta alegria no momento da abertura da caixa e de tirarem a estátua do Pai retirando as fitas que a atavam para maior segurança no transporte. Tiraram fotografias e, um a seguir ao outro, ganharam coragem para lhe tocar a cara, as mãos, para a beijarem e abraçarem.

No dia 12 de Setembro, Solenidade do Doce Nome de Maria, haverá uma Missa, a seguir jantar espanhol e a revelação da escultura do Padre Kentenich. Em 15 de Setembro, no 50º aniversário do falecimento do Fundador de Schoenstatt, na Celebração da Missa, será benzida a estátua e selar-se-á a Aliança Filial com o Padre Kentenich.

Há que pô-la ao sol para que brilhe

Fica a imagem do momento de abrir a caixa e desatar o Pai. Ficará, talvez, como imagem da missão a partir deste 15 de Setembro. Não é necessário “fixar” e muito menos atar o Padre Kentenich. Há que libertá-lo de fitas de segurança e de caixas de todo o tipo. “Há que o pôr ao sol para que brilhe”, disse uma senhora no momento da abertura da caixa.

Há que pô-lo ao ar livre do mundo real, ao alcance de todos, exposto ao vento, ao sol e à chuva deste tempo. O que precisa, na verdade, é o que houve no momento da sua chegada à Costa Rica: esperança, confiança, carinho e disponibilidade para pôr as mãos à obra. A sua obra.

 

Original: espanhol (9/9/2018). Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

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