Colocado em 2015-06-18 In Francisco - iniciativos e gestos

Um “sinal de misericórdia por mês” durante o Jubileu da Misericórdia

Refeitórios para pobres, abrigos, cursos vespertinos, albergues, consultórios familiares, centros para a reinserção social dos presos. Uma obra por mês para Roma. No dicasterio vaticano da Nova Evangelização e na Vigararia trabalham em doze «sinais de misericórdia» que Francisco dará à capital durante o Ano Santo.Serão gestos na primeira pessoa por parte do Papa e terão um efeito duradouro em Roma. Inspiram-se nas obras de misericórdia corporal e espiritual indicadas no Evangelho. Ou seja, dar de comer aos famintos, dar de beber aos que têm sede, vestir os nus, acolher os peregrinos, visitar os enfermos, visitar os presos, dar sepultura aos mortos.Trata-se de estruturas permanentes que, ao terminar o Jubileu, terão uma «utilidade prática» no setor caritativo e assistencial. O objetivo é enfrentar a situação das periferias. Na Cúria, os organizadores devem fazer face à lentidão burocrática e administrativa da capital italiana. Falta quem se ocupe das práticas.As autorizações e as mudanças de destino de uso local e terrenos exigem assinaturas em atas que nenhum dos municípios plasma devido às investigações judiciais e às incertezas sobre o destino do atual governo da cidade.O plano das obras de Francisco pretende incidir nas exigências dos mais débeis, seguindo o modelo do centro para os pobres que mandou criar o próprio Papa ao lado da Praça de São Pedro. Estão a ser procurados os lugares para isso. Já se identificaram alguns locais e zonas que correspondem a necessidades coletivas.

Sinais concretos de misericórdia que permanecerão inclusive quando a Porta Santa do Jubileu se voltar a fechar

Pela sua parte, o Vaticano pôs-se imediatamente em movimento para a organização, participando nas reuniões com o governo e com as autoridades de Roma.

Mediante o Jubileu, o Papa pretende levar «a misericórdia à vida quotidiana da Igreja, à quotidianidade dos gestos», explicou o arcebispo Rino Fisichella, ministro da Nova Evangelização e encarregado do Ano Santo. Tempos rápidos, um planeamento ágil e que se concentre na fé. Com a possível canonização da Madre Teresa de Calcutá durante o Ano Santo e a Exposição na Basílica de São Pedro das relíquias do Padre Pio.

Como não pensarmos no que ficou do Jubileu 2014 de Schoenstatt, as 100 casas solidárias?

Fonte: Religión Digital/Valores Religiosos/Vatican Insider

Ano Jubilar misericórdia explicado pelo Papa Francisco

 

Original: espanhol – Tradução: Maria de Lurdes Dias, Lisboa, Portugal

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