Colocado em 3. Abril 2015 In Dilexit ecclesiam

Mons. Robert Zollitsch: Visão e posta em marcha – a Igreja a caminho do futuro (4)

por:  Redacção schoenstatt.org

“O Papa olha para a frente e exige que a Igreja se ponha em marcha, porque a Palavra de Deus quer provocar este, permanente, dinamismo de saída” (EG 20). Quem só deseja olhar para trás e conservar, perde o futuro. Por isso, o Papa exige passar “de uma Pastoral de simples manutenção para uma Pastoral, decididamente missionária”.Mons. Robert Zollitsch, Arcebispo Emérito de Friburgo e, até 2013, Presidente da Conferência Episcopal da Alemanha, serviu-se da “Evangelii Gaudium” como fio conductor para uma conferência que proferiu, a propósito de Centenário de Schoenstatt, em cooperação com a Domschule de Würzburg, em 19 de Novembro de 2014. Nela, falou sobre a Visão da Igreja presenteada e entregue a Schoenstatt, mostrando-A como “uma Visão da Igreja sobre o fundamento da imagem da Igreja do Concílio Vaticano II e, sobre o pano de fundo da Exortação Apostólica “Evangelii Gaudium”. Schoenstatt.org regozija-se de poder oferecer esta conferência a toda a Família de Schoenstatt, publicando-a, nas próximas semanas, capítulo por capítulo. Hoje: Igreja – viver em Aliança (e a partir dela)

 

IV

Igreja – viver em Aliança (e a partir dela)

Para a vida e, para a teología de Israel, a Aliança que Deus selou com o Seu Povo é o momento de fundação decisivo e o fundamento que o sustenta. Nós falamos da “nova Aliança” que Jesus Cristo estabeleceu com o Seu Sangue e, pela qual, nos constituimos no novo Povo de Deus. A nossa espiritualidade e a nossa linguagem conservam isto ao falarem da Aliança Baptismal ou da Aliança Matrimonial. No Baptismo, Deus sela a Aliança com cada um e com cada uma de nós. Somos incorporados no Corpo de Cristo e, com isso, somos unidos, estreitamente, a Jesus Cristo e, entre nós. A Aliança Baptismal é, ao mesmo tempo, uma Aliança com os outros membros do Corpo de Cristo, com as nossas irmãs e os nossos irmãos, na comunhão da Igreja.

Um grande anseio dos Padres do Concílio Vaticano II foi o de ancorar, mais profundamente, a ideia da Aliança, na teología e, na vida dos crentes. Assim, vários textos conciliares utilizam o termo Aliança. Por exemplo, a Constituição sobre a Igreja (Lumen Gentium) (LG 9:6), a Constituição Pastoral sobre a Igreja no mundo de hoje (Gaudium et Spes) (GS 48) e, outros (SC, DV)[1]. Contudo, a teología da Aliança e a consciência de viver numa nova Aliança, como aliados de Deus, pouco se desenvolveu até agora.

A ideia da Aliança e a espiritualidade da Aliança tiveram, desde o principio, um papel constituinte e central na espiritualidade de Schoenstatt. O Pe. Kentenich coloca o centro, na Aliança, na Nova Aliança em Jesus Cristo, na Aliança de Amor que Deus selou connosco. No Baptismo, Deus escolhe-nos como Seus aliados. Deste modo, o Pe. Kentenich fala duma “Aliança de Amor” com a Santíssima Trindade, com Nossa Senhora, de uma Aliança de Amor entre nós. A comunhão da Igreja vive da Aliança, da Aliança de Amor de uns com os outros.

Vinte anos após o fim do Concílio Vaticano II, o Sínodo extraordinário dos Bispos de 1985 constatou que, “A eclesiología de comunhão é a ideia central e fundamental dos documentos conciliares”. (Documento final C1). A comunhão na Igreja é uma realidade dada por Deus que significa muito mais do que, o que, normalmente, se entende por comunidade. Ela é a comunidade da Nova Aliança, da Aliança de Amor que Deus selou connosco. Cada um recebeu uma parte dum mesmo e único dom e, isso, conduz-nos a uma obrigatória e recíproca partilha da nossa parte com cada um dos outros.

Que significado tem para a Igreja a comunidade da fé? Com ela passa para segundo plano a construção estática da Igreja, a sua construção hierárquica e, o Concílio Vaticano I é continuado e complementado pelo Concílio Vaticano II. Isto conduz a um novo e poderoso dinamismo. No ponto, em que a Aliança de Deus connosco, seres humanos, em que a Aliança de Amor entre nós, se converte no alicerce sustentador, construimos uma Igreja, em que a vida não é determinada por leis ou por prescripções, nem por preceitos ou controlos, mas sim, pelo sentir comum e pela solidariedade.

“A intimidade da Igreja com Jesus é uma intimidade itinerante, e a comunhão «reveste essencialmente a forma de comunhão missionária» (EG 23), escreve o Papa Francisco. A comunidade missionária experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor (cf. 1 Jo 4, 10), (EG 24). Esta Igreja contrai assim o «cheiro das ovelhas», (EG 24), Cuida do trigo e não perde a paz por causa do joio. (EG 24). Esta Igreja acompanha as pessoas para as ajudar a crescer no seu encontro com Cristo, para as ajudar a darem-se conta que este processo requer paciência e tempo. Segundo o Papa Francisco, existe uma desproporção “quando se fala mais da lei que da graça, mais da Igreja que de Jesus Cristo, mais do Papa que da Palavra de Deus” (EG 38). Ele cita S. Tomás de Aquino, Doutor da Igreja, que “sublinhava que os preceitos dados por Cristo e pelos Apóstolos ao povo de Deus «são pouquíssimos».[2]

Uma Igreja que Se sabe sustentada pela Aliança, vive da Promessa e da visão de ser, em comum, um só corpo. Mantem-Se unida pela Aliança com Deus e, pela Aliança de uns com os outros, pela solidariedade mútua e pela espiritualidade da Aliança. Trata-se duma Igreja, na qual, cada crente se enxerta por livre arbítrio e impulsionado pelo amor. Segundo o Pe. Kentenich, “esta comunidade da Nova Aliança desprende-se duma mera justaposição externa. Luta por uma profunda e íntima unidade, luta para que as almas cheguem a estar umas nas outras, vivam umas para as outras e umas com as outras, luta por um estar , permanentemente, ancoradas em Deus e por terem uma eficaz consciência de responsabilidade pelos outros.

Cada um vive para os outros e, vive dos outros. Assim, a Igreja não é uma rocha estática, em que tudo está fixo e é inamovível. É construida por pedras vivas (1 P 2,5), as quais, por sua vez, participam na vida, ajudam a construir, enxertam-se a si próprias e integram-se. Esta Igreja é uma comunidade e é tarefa de todos, é um laço e uma Aliança livremente escolhidos por amor, onde se diz: se queres, podes; e, não se diz: tu tens que, Tu estás convidado e és bem-vindo. Tu podes incorporar-te e trazer os teus.

Onde a Igreja se constrói, se edifica e se continua a construir a partir da ideia da aliança bíblica, formamos uma rede sustentadora. Cada entrelaçamento entre nós e, de um com os outros vive, por um lado, da “consciência de se ser sustentado pelo todo e, por outro lado, da consciência de se ser importante para a estabilidade e para se conseguir a maior densidade possível desta rede. Então, apercebemo-nos dos outros crentes como complementos e, experimentamo-nos, mutuamente, como enriquecimento mútuo”[3] Se estivermos atentos e abertos a isto, não nos é tão difícil descobrir a multiplicidade de dons na nossa Igreja e nas nossas comunidades. Cada um e cada uma recebeu dons e talentos, ninguém tem as mãos vazias. Conhecer os próprios dons e agradecer por eles pode ajudar a compreender melhor os outros. Deus concedeu todos estes dons “para proveito mútuo” (1 Co 12,7), ”para edificação do Corpo de Cristo” (Ef 4,12), tal como lemos na Carta aos Coríntios e aos Efésios. Assim, segundo os dons que recebemos, somos enviados aos outros e, aos dons que eles receberam.

Se revirmos o relato do Pentecostes nos Actos dos Apóstolos, vemos que a chama do Espírito que desceu do Deus Altíssimo sobre os Apóstolos, se dividiu em línguas e, deste modo, se repartiram sobre cada um. Cada um recebe do Espírito, o seu dom. E, todas as língua provêm de uma só chama, do mesmo Espírito. Cada pessoa é única e é chamada de modo muito pessoal. Cada um tem o seu dom. Mas o chamamento e o dom procedem do mesmo Espírito Divino e, querem conduzir à unidade, a Koinonia[4] Pneumatos[5], a unidade no Espírito.

Por isso, sonho com uma nova cultura de Aliança e, sonho com uma rede na nossa Diocese, nas nossas comunidades. Tal cultura de Aliança e tal rede querem unir, entre si, a multiplicidade de dons de cada um, querem unir, entre si, grupos, círculos, lugares característicos, biótopos da fé, institutos, comunidades e paróquias, e gerarem um intercâmbio para a partilha da fé , obsequiando-se e apoiando-se mutuamente. Para que a relação entre eles se estabeleça e, para que, se conserve viva a rede, muito para além das nossas comunidades e da nossa Diocese, estão os nossos institutos, estão os Movimentos eclesiais e as Comunidades religiosas, a quem, no futuro, caberá uma pronunciada relevância. Na nossa Igreja, eles reunem pessoas, acima de, comunidades e Dioceses, trocam ideias, partilham a fé, permitem que outros partilhem a fé que possuem e, apoiam-nos na própria fé.

Pertencer a uma Igreja universal, ser católico significa olhar para além dos limites do próprio umbigo, com amor ao próximo e com solidariedade. O conhecer os outros pode ajudar a que, nos seus dons, na diversidade e multiplicidade, das capacidades e talentos que existem na Igreja se possa tornar visível e se possa experimentar um pouco da infinidade, da plenitude e da bondade de Deus. A pluralidade e a variedade dos dons é um sinal de vitalidade e de plenitude. Infelizmente, os representantes da Igreja correm, amiúde, o perigo de verem, em tudo o que é novo e desconhecido, uma ocasião de divisão e de discórdia, em lugar de o considerarem, em primeiro lugar, como uma oportunidade de vida múltipla e um presente para todos. O que falta a um, trá-lo o outro. A capacidade dos outros vai para além dos meus próprios limites e, portanto, também significa um dom, um enriquecimento para mim. Viver uma cultura de Aliança, uma piedade de Aliança significa que, confiante no apoio de Deus, o grande Aliado, podemos percorrer juntos o caminho de peregrinação da fé e, ao fazê-lo, comprometemo-nos uns com os outros.Se agora falamos sobre a Aliança de Amor com Nossa Senhora, quer dizer que levamos a sério o facto de Maria não ser, apenas, modelo de fé mas , também, por ser Mãe da Igreja , é nossa Mãe. “Na Cruz…, nesse momento crucial, antes de dar por consumada a Obra, da qual, o Pai O tinha encarregado, Jesus disse a Maria:”Mulher, eis aí o Teu filho”, A seguir disse ao Discípulo amado:”Eis aí a Tua Mãe” (Jo 19, 26-27)… Jesus deixou-nos a Sua Mãe como nossa Mãe. Só após ter feito isto é que Jesus pôde sentir que:”tudo se consumara” (Jo 19,28). Ao pé da cruz, na hora suprema da nova criação, Cristo conduz-nos a Maria. (EG 285)

Ele “conduz-nos a Ela, porque não quer que caminhemos sem uma mãe”; (EG 285). Assim, nos diz o Papa Francisco e acrescenta:” Ela é a missionária que Se aproxima de nós, para nos acompanhar ao longo da vida, abrindo os corações à fé com o seu afecto materno. (EG 286) Ela é activa , estende-nos a Sua mão e , espera que A agarremos para percorrermos, em Aliança com Ela, o caminho de peregrinação da nossa fé. Esta é, há séculos, a experiência de fé de incontáveis crentes, é a experiência do Pe. Kentenich e de Schoenstatt há um século. Maria não é, apenas, o Auxílio dos cristãos, a Nossa Senhora desatadora de nós; é, também, A que ata a Aliança, A que reúne as pessoas. Os lugares de peregrinação como Lourdes, Fátima e Guadalupe e, também, os numerosos lugares de peregrinação da Francónia[6] dão eloquente testemunho disto.

Esta Igreja não existe para Si própria e, muito menos, só para os crentes que n’Ela e com Ela estão a caminho. Ela é para todos, para toda a familia da Humanidade. Assim, nos lembra a Constituição Pastoral “A Igreja no mundo actual” (Gaudium et Spes): “As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração”. (GS 1) Acerca da tarefa da Igreja diz: ”Trata-se, com efeito, de salvar a pessoa do homem…” (GS 3)

“É a sociedade humana que tem que se restaurar”. (GS 3) E, o Papa Francisco na sua Exortação Apostólica fala, também, sobre “Alguns desafios do mundo actual” (I EG 52 ss.), sobre “uma reserva moral que guarda valores de autêntico humanismo cristão” e “a enorme importância que tem uma cultura marcada pela fé” ((EG 68). “Há uma necessidade imperiosa de evangelizar as culturas para inculturar o Evangelho”. (EG 69). Com isto, agarra uma das grandes perspectivas do Concílio Vaticano II que indica o rumo para o futuro. A Constituição Dogmática sobre a Igreja “Lumen Gentium” e a Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, foram, para aqueles que vivemos o Concílio e nos identificamos com os Padres Conciliares, os grandes sinais luminosos, os grandes desafios e os grandes impulsionadores.

Como “sal do mundo” (Mt 5,13) e “Luz do mundo” (Mt 5,14) a Igreja não existe para Si própria. Ela tem uma missão para o mundo inteiro e para a sociedade. Por este motivo, o Concílio diz:”…este povo messiânico, ainda que não abranja de facto todos os homens, e não poucas vezes apareça como um pequeno rebanho, é, contudo, para todo o género humano o mais firme germe de unidade, de esperança e de salvação” (II LG 9)

O Pe. Kentenich ousa dizer, após o Concílio que, a Igreja “tem a missão de se transformar na alma da cultura e do mundo actuais e futuros”. Tal como, a Igreja primitiva se via a Si própria como alma do mundo. Também o Papa João Paulo II nos exortou, constantemente, a colaborarmos , de modo activo e comprometido, na construcção duma “Civilização do Amor”.

Podemos estar certos que, o Espírito de Deus cria, em cada época, pessoas que acreditam no sonho e na visão da renovação, da mudança para melhor e que, com corações ardentes, se comprometem com isso. Com razão o Papa Francisco, na Evangelii Gaudium , dedica uma parte considerável da sua exposição à posta em marcha missionária e ao compromisso com os pobres e oprimidos do nosso mundo. O Concílio diz, simplesmente, “A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária.”[7]

Trabalhar missionariamente na configuração duma cultura universal cristã significa pôr-se do lado do Evangelho e representar, activamente, os seus intereses. Mas também, significa viver, de tal modo que, se possa ver , claramente, que a fé em Deus não nos converte em pessoas de critério estreito e mal-humoradas mas que, nos liberta e faz felizes. Que se veja que, tal como o Papa Francisco o formula, logo na Introdução da sua Exortação Apostólica:”  A Alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus” (EG 1)

Significa viver de tal modo que, como diz o Profeta Zacarias : Os não crentes “ agarrarão a orla do manto e dirão: queremos ir convosco , porque ouvimos dizer que Deus está convosco” (Zac 8,23) O Bispo Gerhard Feige, de Magdeburgo diz:” Nós, “cristãos não somos, nem da linha dura, nem molengas, muito menos, charlatães, ou moscas mortas. Em todo o caso, como cristãos, deveríamos ter a coragem de defender as nossas convicções, com os dentes – não mordazmente mas, mordendo.” Só com uma “mordidela” necessária, outros prestarão atenção ao Evangelho. Só assim, somos sal da terra e luz do mundo que, mostram o caminho para chegar a ser alma da cultura universal

Segundo o Papa Francisco este esforço pelo “ ecumenismo é uma contribuição para a unidade da família humana” (EG 245) e, aponta “ torna-se urgente a busca de caminhos de unidade” (EG 246). Convida-nos a “concentrarmo-nos nas convicções que nos unem” (EG 246). Não podemos recuar neste esforço. É uma tarefa nuclear do Senhor para nós. O mundo espera-o.

As declarações orientadoras do Concílio Vaticano II, a visão do nosso Santo Padre Francisco e a espiritualidade e experiência de Schoenstatt acompanharam-nos nesta meditação sobre a nossa Igreja a caminho, rumo ao futuro. Também nos acompanhou o que a Teologia e a fé católicas nos dizem sobre Maria. Porque, uma Igreja peregrina que está à escuta, que é serviçal, uma Igreja que vive da Aliança com Deus, é uma Igreja mariana e missionária.

Os Discípulos reuniram-se ao redor de Maria, a Mãe do Senhor, no Cenáculo, após a Sua Ascensão. Onde está Maria forma-se comunidade, aí cresce Igreja. Tal Igreja mariana é uma Igreja maternal, uma Igreja que acolhe e oferece lar. Uma Igreja mariana é uma Igreja em comunhão fraterna, sustentada pelo amor e pela solidariedade. Como Maria e com Maria está aberta ao Espírito Santo e ao Seu agir. Uma Igreja mariana é uma Igreja cheia do Espírito, uma Igreja que, dia após dia, escuta, de novo, a Palavra de Deus que, age, de acordo com Ela e se põe a caminho em direcção às pessoas para lhes levar Cristo e, para as fazer experimentar o Seu amor e a Sua ajuda. Quem, como Maria e com Maria, orienta as suas antenas para Deus, encontrou um sistema de navegação segura para a vida.

[1] SC Sacrosanctum Concilium e DV Dei Verbum duas outras Constituições da Igreja aprovadas no Vaticano II (NT)

[2] EG 43 com referência a Tomás de Aquino, Summa Theologiae I-II, q. 107, a.4

[3] Directrizes Pastorais da Arquidiocese de Friburgo „Atrever-se a pôr-se em marcha“, Pág. 21

[4] Do original Grego que significa comunhão. É uma expressão muito usada na igreja entre os cristãos, que quer dizer: participação, companheirismo, comunicação, ter em comum, compartilhar.(NT)

[5] Do original grego que significa Espírito (NT)

[6]  (em alemão:Franken) é uma região geográfica e histórica na Alemanha, situada no norte do estado da Baviera (NT)

[7], visto que tem a sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na «missão» do Filho e do Espírito Santo (6) (NT) Decreto sobre a actividade missionária da Igreja “Ad Gentes”, 2

Mons. Zollitsch, cap I – IV(pdf)

Original alemão: Tradução, Lena Castro Valente, Lisboa. Portugal

 

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