Colocado em 6. Setembro 2016 In Igreja - Francisco - movimentos, Schoenstatt em saída

Ela é minha mãe – Viver com Maria

ALEMANHA, por Maria Fischer •

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Sabia que Jorge Mario Bergoglio tentou três vezes, sem êxito, incorporar a sua citação favorita de Isaac de la Estrella num documento oficial da Igreja mas, teve que chegar a ser Papa para, finalmente, o poder fazer em Evangelii Gaudium? E, que tem sempre com ele num saquinho de pano, sob a sotaina, um pedacinho do pano com que se limpa a Imagem de Nossa Senhora de Luján? Sabia que ele contribuiu de modo significativo para a propagação da devoção a “Nossa Senhora Desatadora de nós”, na Argentina e na América do Sul e que nunca foi a Augsburg, onde se encontra a Imagem original? Sabe qual é a sua oração mariana favorita que reza duas vezes ao dia? Sabia que ele imagina a Santíssima Virgem como uma “mulher pobre”, uma mulher do povo. Sabe o que ele quer dizer quando incentiva a “santuarizar” as paróquias e a cidade? E, que, de modo nenhum, lhe interessam as aparições e as mensagens de Nossa Senhora que sejam anunciadas com antecedência a uma hora precisa?

Quem puder responder a estas perguntas com um sim, então, sabe espanhol ou português e, já leu o livro escrito pelo Padre Alexandre Awi, Director do Movimento de Schoenstatt no Brasil e colaborador pessoal do Papa Francisco durante a Conferência de Aparecida e durante a Jornada Mundial da Juventude 2013. Baseou-se numa extensa entrevista, muito pessoal que, fez ao Papa. Mas, a exclusividade do texto em espanhol e em português foi, apenas, até há poucos dias. Desde 31 de Agosto está à venda a versão alemã deste livro que, no Brasil, já vai na oitava edição. Em 30 de Agosto a Editora Benno, em Leipzig, começou a vender o livro e, apenas, só cinco meses depois da súbita intuição que teve a tradutora do manuscrito em o oferecer – apenas com um terço traduzido – ao Director desta Editora que, nessa altura, acabava de publicar um bonito livro com as orações marianas do Papa.

“O livro está escrito com o coração”

São os pormenores os que nos dizem que, o livro esteve em muito boas mãos nesta Editora. Como, por exemplo, a citação da banda tirada de uma das mais lindas orações marianas do Papa Francisco. Ou, quando na contracapa se dá realce à resposta de Francisco ao autor depois de ler o livro: “Este livro está escrito com o coração. Sinto-me feliz por o meu testemunho ser um elogio à Mãe”.

Também se sentem felizes, o autor, Pe. Alexandre Awi; aquele que “tornou possível” o financiamento da tradução, Pe. Egon M. Zillekens (junto com outros doadores); Cássio Leal, da equipa de schoenstatt.org que, chamou a atenção sobre o livro e, deste modo, fez pôr em marcha a tradução para alemão (e, em breve, para inglês); a tradutora que, terminou os últimos capítulos na cidade de Bergoglio, Buenos Aires e, muitos outros mais.

O livro está cheio de testemunhos pessoais, com histórias profundas e preciosas que o Papa contou ao seu entrevistador olhando, retrospectivamente, para as suas experiências pastorais. Encontram-se citações nucleares dos mais importantes documentos da Igreja sobre Maria e sobre a teologia da piedade popular. Coloca Maria e, tudo o que se relaciona com Ela, no centro da piedade popular, no centro do impulso missionário de Aparecida e da Evangelii Gaudium, na saída para as periferias, no centro de uma Igreja dos pobres e para os pobres, na maternidade da Igreja, no centro da revolução da ternura e no Ano Santo da Misericórdia.

Dentro de Schoenstatt

Não é um livro schoenstatteano. Nem sequer, um livro, em primeiro lugar para schoenstatteanos. Apenas de passagem o autor menciona uma ou duas vezes o Padre José Kentenich, também uma ou duas vezes a palavra Schoenstatt. Mas isso basta. Porque, na realidade, é um livro totalmente schoenstatteano, schoenstatteano no sentido de um Schoenstatt do segundo século e, no qual não se trata de fazer publicidade ou de procurar a complacência de qualquer autoridade, mas, com humildade, pôr ao serviço da Igreja o que foi provado durante cem anos no interior do Movimento: neste caso, uma Imagem de Maria que está em correspondência com aquela imagem da Igreja, cujos contornos foram definidos e expressados, com grande clareza, pelo Padre José Kentenich, em 8 de Dezembro de 1965 – dia do encerramento do Concílio Vaticano II – durante a bênção simbólica da primeira pedra do Santuário de Belmonte, em Roma.

schoenstatt.org já em Junho de 2014 deu a conhecer a existência deste “tesouro” escrito pelo Pe. Alexandre Awi em português http://www.schoenstatt.org/pt/francisco-igreja/iniciativos-gestos/2014/06/ela-e-minha-mae/

KlappBroschur_13x19_250seitenMit Maria leben (Papst Franziskus, P. Alexandre Awi Mello)
Ein Gespräch mit Papst Franziskus
ISBN / EAN: 9783746246796
Á venda
14.95 €*
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Original: alemão. Tradução: Lena Castro Valente, Lisboa, Portugal

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