Notícias de Schoenstatt

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Creato il 2012-05-02 23:08:25 - 2014

“Concede-nos as forças para edificar neste mundo um Cultura de Aliança”


BRASIL, org. Maria Rita Vianna, de São Paulo, Brasil, juntou-se, há umas semanas, à equipa de tradutores redatores de schoenstatt.org e schoenstatt2014.org – traduz de espanhol para português. Partilha aqui, o que para ela significa traduzir para as páginas internacionais, o seu apostolado e o que mais a fascina no Jubileu da Aliança de Amor.

 

 

- O que a motivou a dar o seu tempo na tradução e redação para as páginas internacionais?

O bom Pai concede-nos tantas bênçãos e graças – começando pela própria vida e pelo Batismo. Se é Ele quem nos dá um “dom” especial, temos de o colocar ao Seu serviço, para a sua glória. Significa, também, cumprir uma das exigências da Aliança de Amor: trazei-me contribuições…

- Um pouco da sua história pessoal – com Schoenstatt, apostolado, profissão…

Conheci o Santuário de Vila Mariana assim que casei, em 1975. Eu nasci e vivi no interior do Estado de São Paulo, mas a família da minha mãe (sua mãe, irmãos, sobrinhos) moravam numa casa muito perto do Santuário. Ali, comecei a participar das missas; pouco a pouco, surgiu o convite para selar a Aliança de Amor como peregrina. Depois, fui convidada, pela Celina, para participar da Liga das Mães – e ali estou até hoje. Embora tenha duas licenciaturas, não está nos planos do Pai que eu exerça a profissão. Ele quer que eu esteja no Movimento Apostólico de Schoenstatt, como membro da Liga das Mães e como formadora na Campanha da Mãe Peregrina.

- O que mais a fascina com o 2014?

A realidade, digamos, uma prova de que Maria realmente se estabelece nos Santuários de Schoenstatt, onde encontra homens, mulheres, jovens, crianças, dispostos a viver o homem novo, na nova sociedade. Uma obra que, se não fosse da vontade da Divina Providência, não iria completar 100 anos de existência, nem estaria em expansão no mundo inteiro.

- Qual é a sua frase preferida da mensagem 2014?

“Cultura de Aliança!” – resume MISSÃO, TAREFA! Leva-nos a viver o lema da Família de Schoenstatt no Brasil: “De Santuário a Santuário, missionários da Aliança!”

- Qual a sua frase preferida da oração de peregrinação?

“Concede-nos as forças para edificarmos neste mundo uma Cultura de Aliança!” é o que o mundo mecanicista espera de cada um, que sele a Aliança de Amor, por Maria, com a Trindade Santa!

- Que significa para si o lema internacional: “Tua Aliança nossa missão”?

Sim, missão! Significa ENTREGAR TUDO, o ser, o agir, as capacidades, os limites, os dons – como contribuição para o Capital de Graças. Significa ir ao encontro do ser humano de hoje, da sua realidade, que apenas gira em torno do próprio eu, sem considerar a atuação da Santíssima Trindade na sua vida.

- O que espera de 2014?

A finalização do processo de canonização do Fundador, P. José Kentenich, para que ele seja elevado à honra dos altares, como realmente merece – porque nos deixa o exemplo do que é a santidade da vida diária.

- Que significa para si fazer a tradução de tantos artigos e textos diferentes? Qual é a sua experiência ao fazê-lo?

Para mim, traduzir os artigos simboliza estar unida à Família de Schoenstatt Internacional. Quanta oportunidade para conhecer o que acontece nos Santuários do mundo inteiro, em cada coração que se entrega à Aliança de Amor…

- Qual foi, até agora, o artigo que mais fascinou?

O artigo da Eslováquia – até comentei com o P. Alexandre (SP/BR). Não se esperava, que lá, tão longe do nosso Brasil, já sabiam da peregrinação da Imagem Original da Mãe Peregrina de Schoenstatt, que João Pozzobon levava às famílias, escolas e tantos outros lugares. Isso significa o que o Fundador tanto espera: Cor unum in Patre!

- Há alguma frase, um compromisso que lhe tenha tocado especialmente?

O pedido que muitos, em todos os Santuários do mundo inteiro, fazem pelo processo de canonização do servo de Deus, João Luiz Pozzobon! Já tive oportunidade de ir a Santa Maria, conhecer as estradas – longas – por onde ele andou e o machado, em cujo cabo, durante o trabalho, marcava os 10 terços que rezava diariamente. Enfim, um marido, pai de família, que nos mostra o que é a verdadeira santidade: ser missionário de Jesus, levando-O por Sua Mãe, a todos os que Dele tanto precisam.

 


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